Teminei a leitura do livro Bilionários por acaso: a criação do Facebook. O livro escrito por Ben Mezrich conta a história por trás da criação daquele que é o maior fenômeno da internet no momento: a rede social Facebook.
Se a história narrada pelo autor aconteceu exatamente da forma como descreveu, é inegável que Mark Zuckerberg é um gênio e principal responsável pela criação desse fenômeno. Entretanto, lealdade não é uma das suas virtudes, e isso fica claro pela forma como Eduardo Saverin, o brasileiro que era sócio de Zuckerberg, e que bancou financeiramente o nascimento do site, foi afastado da empresa. O livro é contado no filme A Rede Social, que concorreu ao Oscar 2011, que ainda não assisti. Pretendo assisti-lo quando for lançado em DVD.
Aliás, redes sociais é sempre um tema que rende bons debates, principalmente no que diz respeito ao seu poder de aproximar e afastar pessoas, ao mesmo tempo. Isso parece contraditório, mas explico. Ao mesmo tempo que pessoas que moram longe tem a possibilidade de manterem-se conectadas, àquelas que moram perto também relacionam-se da mesma forma. As redes sociais aproximam os que estão longe e afastam os que estão próximos. É claro que isso não é uma regra, mas é algo a ser observado com atenção por aqueles que as utilizam de forma intensa.
No fim, o que deve prevalecer é o equilíbrio e o bom senso. Nada substitui um abraço, uma palavra dita com carinho, um parabéns ao vivo. Às vezes, isso não é possível, e, nestes caso, as redes sociais cumprem seu papel perfeitamente. Mas virtualizar todos os relacionamentos não é nem um pouco sadio, pois somos seres sociais, e não virtuais.
Um abraço
Marcelo
Aliás, redes sociais é sempre um tema que rende bons debates, principalmente no que diz respeito ao seu poder de aproximar e afastar pessoas, ao mesmo tempo. Isso parece contraditório, mas explico. Ao mesmo tempo que pessoas que moram longe tem a possibilidade de manterem-se conectadas, àquelas que moram perto também relacionam-se da mesma forma. As redes sociais aproximam os que estão longe e afastam os que estão próximos. É claro que isso não é uma regra, mas é algo a ser observado com atenção por aqueles que as utilizam de forma intensa.
No fim, o que deve prevalecer é o equilíbrio e o bom senso. Nada substitui um abraço, uma palavra dita com carinho, um parabéns ao vivo. Às vezes, isso não é possível, e, nestes caso, as redes sociais cumprem seu papel perfeitamente. Mas virtualizar todos os relacionamentos não é nem um pouco sadio, pois somos seres sociais, e não virtuais.
Um abraço
Marcelo
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