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Portanto, vão e façam discípulos... (Mateus 28:19)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Internet: inocente ou culpada?

O texto que segue foi escrito pelo meu amigo e irmão Vinicius do Nascimento Lampert, transcrito com autorização do autor. Trata-se de uma oportuna reflexão diante da explosão das redes sociais e a massificação da internet.
Um abraço
Marcelo
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Quando Deus criou o homem, disse: “De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Parece que sempre tivemos dificuldade em administrar o nosso livre-arbítrio. Os conselhos, as mensagens, parecem não obter efeito em meio às facilidades oferecidas por um mundo desconhecido.
Na vida, as tentações são persistentes e variadas. Iniciou no Jardim do Éden e nos dias de hoje um tema de muitas discussões é os malefícios da internet. O inimigo de nossas almas usa de velhas artimanhas para nos enganar e investiga nossos desejos a fim de proporcionar um banquete atraente, tentador. Ao andar por caminhos reprovados por Deus, o fim dessa história é bem conhecido!!!
O ser humano frequentemente não resiste à curiosidade, dá ouvidos à propaganda enganosa dos benefícios em consumir algo diferente, cai em laço, na armadilha, gerando destruição para ele e para os que os cercam. E o resultado disso tudo é colocar outro no banco dos réus! Eu não sou culpado! A melhor forma de ser inocentado é não entrar para o julgamento.
No evangelho de Mateus 5.28 Jesus disse: “Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.” Quero fugir e fingir. Enquanto o falso réu é alvo de discussões ficamos com a sensação de que somos inocentes. Inocente ou culpado? Não vem ao caso! A Internet deve ser a grande causadora da destruição na vida de jovens promovendo divisão e esfriamento nos relacionamentos e mazelas na família! Falsa constatação...
Assumir os erros é a melhor forma de encontrar soluções para os nossos problemas. Se não conseguimos decidir por evitar o mal é por que o problema está dentro de nós! Somos tentados e atraídos pelo mau desejo de nosso coração. O que fazer, então? Condenar a internet? Ignorar os seus benefícios ao usá-la com sabedoria? Não usar a internet, a televisão, o rádio vai resolver o meu problema?
É necessário mudar o olhar e ajustar o foco. Inocentar ou culpar a internet não nos livra de pecarmos. Mas existe um lugar melhor para estarmos. Neste lugar, a carne, as paixões e os seus desejos são crucificados. Neste lugar somos verdadeiramente livres, pois Cristo nos libertou do pecado. Este lugar é a cruz de Cristo. Nela aprendemos a viver com liberdade e maturidade. Crucifique o mau desejo e serás livre.
E o veredicto? A internet não é culpada, nem inocente, pois neste mar de informações, temos os remos nas mãos e quem decide por onde navegar é o comandante da embarcação!
Vinícius do Nascimento Lampert

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O cristão e as leis

Desde a criação do homem, as leis sempre ocuparam um papel fundamental na organização das sociedades, cumprindo sua função de disciplinar as relações, tanto as humanas como as demais que surgiram ao longo do desenvolvimento da civilização. Ainda durante o Êxodo, quando Deus estava conduzindo o povo hebreu até a terra onde eles se estabeleceriam como nação, Ele instituiu leis civis e religiosas, dotando o povo de um código de conduta pelo qual eles deveriam pautar os seus relacionamentos. Mesmo antes do surgimento das primeiras codificações, leis naturais já regiam o comportamento humano, sendo elas estabelecidas por Deus desde a fundação do mundo. Modernamente, em nosso país, vivemos num Estado Democrático de Direito, baseado num sistema de matriz romano-germânica, na qual a lei é a principal fonte do Direito, refletindo-se, inclusive, em nossa Constituição, que atribui ao princípio da legalidade status de direito fundamental, ao declarar, no inciso II do art. 5º: “Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.” Esta necessidade de observância estrita às leis cria situações, às vezes, de indefinição, pois os legisladores aprovam, não raro, leis conflitantes ou inconstitucionais, gerando situações que precisam ser levadas ao Poder Judiciário para serem solucionadas.
Situação semelhante ocorre quando surgem os conflitos entre as leis civis e as leis divinas. Como cidadãos brasileiros, devemos observar e cumprir as leis que regem o nosso país. Entretanto, como cidadãos do Reino de Deus, precisamos também cumprir as leis que Ele estabeleceu para àqueles que fazem parte do Seu povo. Mas o que fazer quando essas leis entram em conflito? E quando a lei civil obriga a fazer algo que a lei celestial veda, ou vice-versa? Nesses casos, poderíamos, simplesmente, fazer uso da orientação bíblica, que diz: “Importa mais obedecer a Deus do que aos homens.” (At 5:29) Todavia, este argumento pode não ser suficiente diante de uma crescente exigência de fundamentação de opiniões e decisões. Uma argumentação mais consistente passaria, necessariamente, pela utilização dos “princípios” para resolução do conflito. Na linguagem jurídica, “princípios” são os alicerces sobre os quais se constrói todo o ordenamento jurídico. Sendo assim, devemos observar os princípios que sustentaram a elaboração das leis conflitantes para que, através de uma ponderação entre eles, cheguemos a uma solução adequada para o caso.
No caso de um conflito entre as leis divinas e as leis civis, é evidente a preponderância dos princípios instituídos por Deus em Sua Palavra, pois como regra de fé e prática, é ali que encontramos toda a orientação de como devemos nos portar diante de Deus e dos homens. Por estarem baseados no amor, na justiça e na santidade de Deus, os princípios encontrados na Bíblia Sagrada servem de parâmetro para resolvermos os supostos conflitos que possam surgir entre as leis institucionais e as leis celestiais. E quando o assunto é “princípios”, ninguém tem o direito de questionar as convicções de outra pessoa (desde que não sejam prejudiciais ao próximo, evidentemente, pois isso seria contrário aos princípios bíblicos), pois dizem respeito a uma parcela indisponível e irrenunciável dos direitos de personalidade, que é a autonomia da vontade, configurada na autonomia moral que deve gozar toda a pessoa, e que está diretamente associada à dignidade da pessoa humana.
A discussão do tema é bastante pertinente diante da iminência de aprovação, pelo Congresso Nacional, de uma lei bastante polêmica e com determinados aspectos contrários à Palavra de Deus (PLC nº 122/2006). Assim, como esta, outras leis são aprovadas com artigos que disciplinam matérias que vão de encontro aos princípios divinos. Diante disso, os cristãos precisam ter prudência e sabedoria para, dentro do possível, conduzirem-se de forma a cumprir o ordenamento jurídico nacional, pois, assim como a transgressão a lei divina traz suas consequências, o descumprimento das leis civis também impõe sanções. Entretanto, existem situações consideradas limites, nas quais a observância da lei civil poderá levar a um confronto com as leis de Deus. Quando tal circunstância for inevitável, a prioridade sempre será da lei maior, estabelecida segundo os padrões éticos e morais inerentes ao Criador, nunca esquecendo que este comportamento poderá levar a consequências, na maioria das vezes, desagradáveis, como aconteceu com tantos homens e mulheres que desafiaram as autoridades de seu tempo em busca do cumprimento de uma ordem divina, sendo, muitos deles, presos, e alguns até mortos.
Tenhamos sempre em mente a nossa maior esperança, que é, um dia, morarmos na nossa pátria celestial, e assim conseguiremos viver uma vida de forma digna, agradando a Deus em tudo, e cumprindo com os nossos deveres de cidadãos brasileiros. Contudo, estejamos atentos para que não venhamos a afrontar os princípios bíblicos, pois isso determinará onde passaremos a eternidade.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Filhos no reinado – Parte III

Quando fazer tudo não basta


Cada vez mais, pais têm procurado ajuda de profissionais, conselheiros ou quem possa socorrê-los para tratar de um comportamento que tem sido cada vez mais comum em crianças na mais tenra idade: a rebeldia, que muitas vezes se traduz em agressividade. Sem nenhuma causa aparente e sendo criados sob limites equilibrados, os filhos apresentam um comportamento, no mínimo, questionável, com gritos, socos, murros, palavrões e atitudes ferinas, sarcásticas e desafiadoras. [herança do pecado adâmico?]
Os motivos que justificam esse comportamento podem ser muitos, assim como a maneira em que a questão é tratada. Há aqueles que, num gesto de passividade ou por não saberem como agir, acreditam que tudo é normal, que é uma fase, e que logo passará. Há outros que, por medo, desconhecimento ou temendo perder a autoridade, acabam agindo com brutalidade e violência. [todo extremo é ruim]
O difícil é manter o equilíbrio nessas horas. Charles R. Swindoll, no seu livro Você e Seu Filho, orientação bíblica para pais que desejam criar filhos confiantes da infância à independência(United Press, SP, p. 98), tratando do assunto, afirma: “Deve haver bem-querer. Deve haver instrução. Deve haver um espírito de sensatez na administração da disciplina. É o que poderíamos chamar de disciplinar com dignidade.”
Muitos, porém, podem questionar: “E quando fazemos todo o possível e nada parece acontecer, nada parece mudar? Pelo contrário, só piorar?” Segundo Neil T. Anderson e Steve Russo, no livro A Sedução dos Nossos Filhos(Ed. Betânia, BH/MG), há fatores espirituais envolvidos. Para eles, ingredientes como desenhos, filmes, livros, videogames e até currículos escolares, carregados de mensagens muito bem elaboradas, podem estar influenciando o coração e a mente das crianças. Esses ingredientes apresentam mensagens tendenciosas que levam as crianças a agir agressiva e violentamente. “Precisamos estar cientes da natureza espiritual do mundo em que vivemos.”
Nossos filhos estão crescendo num mundo sedutor. Muitas das coisas que nos cercam são sutilmente influenciados pela Nova Era, pelo ocultismo e pelo satanismo. Precisamos definir estratégias para proteger nossos filhos de ataques espirituais e ajudá-los a resolver seus próprios conflitos espirituais”, afirmam.
Recuperando o reino perdido
O que fazer para recuperar a posição de autoridade? Como realmente impor limites equilibrados a fim de que a criança entenda quem realmente manda em casa? “A prevenção sempre foi o melhor remédio”, diz Susie Meire. “O ideal é que, desde cedo, se invista nos filhos, estabelecendo a eles limites, para que mais tarde, sejam maduros. Quanto mais cedo os pais investirem nos seus filhos, estabelecendo-lhes limites claros e equilibrados, mais cedo aprenderão até onde podem ir. Aprenderão a respeitar a si mesmos e aos outros. Tornar-se-ão adultos maduros, que saberão tomar suas decisões de maneira sábia e também administrarão seus problemas”. Ela diz ainda que muitos pais só percebem o problema quando os filhos já são adolescentes. “O primeiro passo”, sugere ela, “é a mudança de atitude”.
O passo seguinte, segundo ela, é a demonstração de amor. “O momento agora não é o do chicote, mas o do conselho”, explica Susie. Uma vez que muitos desses adolescentes foram criados sem limites ou com limites em demasia, eles se sentiram abandonados e menosprezados, como se ninguém ligasse para eles, pois tudo o que faziam não tinha a menor importância para os pais. Ela aconselha: “É o momento de os pais mostrarem a eles as conseqüências de suas escolhas”.
O último passo apontado por Susie Meire é a procura por parte dos pais por ajuda de fora, particularmente de um profissional. “O adolescente, nesta fase, valoriza mais as palavras de um amigo do que a dos pais”, diz ela. E explica: “Na fase da adolescência, a tendência de ele se juntar ao grupo é muito grande, pois está à procura de sua identidade e de sua auto-afirmação. Ele quer saber o que o mundo e os outros pensam a seu respeito, e não os pais. A ajuda pode vir de profissionais ou de amigos de sua confiança, que lhe possam oferecer sábios e úteis conselhos”. [se as más companhias corrompem os bons costumes, as boas poderiam restaurá-los?]
Sm 46:10  Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.


Fonte: Pés Formosos

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Filmes do fim-de-semana

Neste “findi”, para dar uma aliviada na cabeça depois de tanto estudar, assisti dois filmes.
O primeiro foi Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, o primeiro filme da série de um dos mais carismáticos personagens do cinema (na minha opinião, evidentemente), estrelado por Harrison Ford, e lançado em 1981. O filme narra as aventuras de um pacato professor de Arqueologia, que se torna um aventureiro destemido e pouco convencional quando está em busca de relíquias arqueológicas, que usa uma pistola, um chicote e um inseparável chapéu nas suas expedições.
Deixando os exageros à parte, e que são característicos em um filme feito simplesmente para diversão, o filme destaca a incessante busca do homem em querer se igualar a Deus. Com a Arca da Aliança em seu poder, Hitler acreditava que poderia dominar o mundo. Entretanto, não foi isso que aconteceu, pois Deus não se deixa manipular por ninguém.
Ainda olharei os outros três filmes da série, que foram lançados num box contendo todos os DVD’s. Sem muito compromisso; apenas por diversão.
O outro filme foi Estrada para Perdição, estrelado por Tom Hanks, que conta com uma grande atuação de Paul Newman. Ao contrário de Indiana Jones, um filme mais denso, que narra história de um gângster que, para proteger seu filho da máfia, enfrenta uma jornada marcada pela tragédia e pela vingança, mas também pela redescoberta de um intenso amor entre pai e filho.
Para quem não assistiu, fica a dica.
Um abraço Marcelo

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Filhos no reinado – Parte II

A falta de limites
Segundo aponta os profissionais da área, o principal motivo porque muitos pais não impõem limites a fim de conter as crianças é a culpa. Porque passam a maior parte do dia fora de casa, acreditam que dizer “não” aos filhos pode ser prejudicial e injusto. Em reportagem à revista Nova Escola, a escritora Tania Zagury afirmou: “Os pais de hoje trabalham mais e passam menos tempo com os filhos. Quando chegam do trabalho, ambos estão cheios de culpa pela ausência.
Para minimizar este sentimento, tornam-se permissivos, deixando de estabelecer limites e de ensinar o que é certo e errado”. Tânia Zagury é mestre em educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, graduada em Filosofia pela Universidade Estadual do mesmo estado, além de professora e conferencista na área, com palestras e cursos proferidos e ministrados em todo o Brasil. Ela é também autora de vários títulos, entre eles Sem Padecer no Paraíso, em defesa dos pais ou sobre a tirania dos filhos(Record, RJ, 15ª edição), Educar Sem Culpa, a gênese da ética(Record, RJ, 16ª edição), e Limites sem Trauma(Record, RJ, 28ª edição).
Outra autoridade no assunto é Ivana Brandão, psicóloga e psicopedagoga, que há mais anos lida com a questão. Ela comenta: “Uma das grandes dificuldades dos pais em impor limites aos filhos é a falta de tempo. Porque não têm dedicado tempo aos filhos, acreditam que, se imporem limites à criança, ela será prejudicada e se sentirá rejeitada e não amada. Daí, dão-lhe de tudo numa vã tentativa de suprir essa lacuna. É uma espécie de compensação”. Ivana Brandão é formada em Psicologia pela Faculdade de Ciências Humanas(Fumec) e pós-graduada em Psicopedagogia, com especialização em Educação Pedagógica, que há anos trabalha na área.
Limites de mais ou de menos
Além da culpa, o medo e a insegurança também parecem ser fatores que pesam aos pais ao impor limites. Muitos foram tão reprimidos e lhes impuseram limites tão severos, que cresceram com a idéia de que se disserem “não” aos filhos ou impor-lhes qualquer outro limite, isso vai prejudicá-los. “Crianças criadas num ambiente onde tudo pode, onde tudo é permitido, não aprendem a conviver com os outros. Elas se tornam inseguras e desorientadas”, diz Susie Meire Valadão Cintra, psicóloga e psicopedagoga, formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Susie Meire é esposa do pastor Kaiser Vasconcelos, pastor-líder do ministério da Rede de Adolescentes da Igreja Batista da Lagoinha, e com ele trabalha no ministério. Ela ainda vai mais longe: “Essas crianças, quando atingirem a fase adulta, procurarão por alguém que lhes imponha limites e exerça autoridade”.
O oposto também pode acontecer. Porque foram tão oprimidos e receberam uma educação tão severa, os pais tendem a repetir modelos, porque não sabem fazer outra coisa, ainda que involuntária e inconscientemente. “Só podemos dar aquilo que recebemos”, diz Suzie Meire. Segundo ela, uma criança criada num ambiente assim, ou em qualquer outro lugar, dificilmente fará o que tem que ser feito com amor. Ela o fará por obrigação: ‘Tenho de fazer, senão...’”
Conflito de limites
Outro problema que parece surgir nos lares é a dúvida quanto ao que é melhor para os filhos, o que pode e o que não pode. Ora os pais proíbem, ora liberam. Ou, ainda, o pai deixa e a mãe não, e vice-versa. Por quê? Ao que tudo indica, o primeiro motivo é o conflito de autoridade. Em muitos lares onde os pais não se entendem, impor limites é quase impossível, e a criança é a mais prejudicada. Cada um dá ao filho o que acredita ser melhor. Com isso, a criança tende a desenvolver dois tipos de comportamento: ou elas aprenderão que obedecer é algo relativo, ou então aprenderão, desde cedo, a manipular um dos pais para obter o que deseja. Ivana Brandão afirma: “Apregoou-se que não se deve dizer ‘não’ aos filhos, que eles devem ser livres nas suas atitudes, escolhas e decisões. Surge o grande conflito: como educar os filhos? Com ou sem limites? Como prepará-los para a vida?”
Um segundo motivo em relação à imposição indefinida de limites é a confusão e a falta de orientação. Segundo os psicólogos clínicos, doutores Henry Cloud e John Townsend, “o conflito em relação aos limites acontece devido à confusão a respeito da criação dos filhos ou mesmo por problemas pessoais, aonde os pais mesclam limites rígidos e relaxados, acabando por enviar mensagens conflitantes aos filhos.” Conforme ainda Cloud e Townsend, famílias de alcoólatras costumam exibir esse tipo de comportamento. Os doutores Henry Cloud e John Towsend são autores da série de livros Limites, onde abordam o assunto não só em relação ao casamento, como também na relação entre pais e filhos. Entre suas obras, destacam-se Limites Para Ensinar aos Filhos e Criando Filhos Vencedores(Editora Vida). Esse último trata do desenvolvimento do caráter nos filhos e como fazê-lo.
Sm 46:10  Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.



Fonte: Pés Formosos

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Desafiando Gigantes

Neste final de semana assisti ao filme Desafiando Gigantes. Trata-se de uma bela produção, com uma mensagem inspiradora. O filme relata a história de um treinador de futebol americano universitário que, após sucessivos fracassos de seu time, está prestes a perder seu emprego. Mas algo extraordinário acontece, quando ele institui um programa diferenciado de treinamentos, baseado nos ensinamentos da Bíblia Sagrada e na mensagem deixada por Jesus Cristo. Após serem inundados pela graça de Deus, a equipe inicia uma extraordinária recuperação. E passam a conhecer os milagres que Deus pode fazer, inclusive na vida do treinador. O encontro entre o treinador e sua esposa, após a partida final do campeonato é emocionante.
O filme pode ser encontrado nas locadoras. Vale conferir.
Um abraço
Marcelo

Você sabe o que é "pitico”?

Trata-se de um novo uso do crack, mais sutil, mas igualmente devastador. No site “Crack nem pensar” você pode obter mais informações sobre este mal que está devastando vidas e famílias.
Um abraço
Marcelo