Prezados,
Como faço a cada final de ano, colocarei o blog em hibernação. É sempre bom dar uma pausa para reciclar as idéias e rever alguns paradigmas. Em 2012 ele estará de volta, revigorado. Boas festas para todos.
Um abraço,
Marcelo
Blog criado para compartilhar idéias, informações, discussões, artigos, dicas, etc, além de ser um espaço para manifestar o amor de Deus.
Para pensar
Portanto, vão e façam discípulos... (Mateus 28:19)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Nova postagem na página da IBMS
Prezados,
Na página da IBMS vocês encontram a mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 23 de outubro de 2011, sobre o DNA do Corpo de Cristo. Boa leitura.
Um abraço
Marcelo
Na página da IBMS vocês encontram a mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 23 de outubro de 2011, sobre o DNA do Corpo de Cristo. Boa leitura.
Um abraço
Marcelo
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Todas as Coisas Realmente Cooperam para o Bem? Romanos 8:28 em seu Contexto
Texto de Daniel B. Wallace, Th.M, Ph.D.,
Professor Adjunto de Estudos do Novo Testamento Seminário Teológico de Dallas.
Você já deve ter ouvido umas mil vezes: “Não se preocupe, tudo vai dar certo!” Este é o eterno otimismo que nasce, não das provações da realidade, mas dos desejos da imaginação do sonho Americano, do faz-de-conta de Hollywood, ou da pura ingenuidade. Todos sabemos que não o é de todo verdade. Conhecemos casos de crianças que foram abatidas por um câncer ou por um motorista bêbado. Conhecemos casos de viciados em drogas que vieram de bons lares, de homens de família que perderam seus empregos, de soldados que retornaram do campo de batalha com um membro a menos. Estamos à par de incontáveis tragédias e sofrimentos desnecessários, mesmo assim repetimos para nossos filhos sem sequer pensar duas vezes: “Não se preocupe; tudo vai dar certo.”
Este sentimento não é novo; não começou na modernidade. Os antigos gregos e romanos diziam coisas semelhantes a seus filhos sabendo que suas palavras eram ocas. E, o apóstolo Paulo também disse algo deste tipo. A diferença é que Paulo não escreveu um cheque em branco otimista. Ele condicionou seu sentimento com importantes qualificadores, e ele definiu o que é “bem” como algo que está além do conforto e das riquezas.
Diz-se que no campo da imobiliária, há três princípios fundamentais que alguém deve seguir quando estiver comprando uma casa: o local, o local, e o local. Na interpretação das Escrituras, há também três princípios fundamentais: o contexto, o contexto, e o contexto. Romanos 8:28 não é uma exceção a esta regra. Se observarmos este texto em seu contexto, logo entenderemos sua intenção.
O contexto geral de Romanos 8:28 é um em que Paulo trata do viver pelo poder do Espírito em meio ao sofrimento e a dor. Paulo não era indiferente ao sofrimento. Suas várias experiências à ponto de morte, açoitamentos, prisões, e perseguições foram suficientes para erradicar qualquer ingenuidade que pudesse se ocultar em seu coração. No contexto imediato, dentro do próprio versículo, Paulo expressa os pré-requisitos para o que é “bom” (ou “bem”, NT) acontecer: “sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rom 8:28, BRP). Paulo não está dando esta promessa para todas as pessoas, mas apenas para aqueles “que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”
Mas o que isto significa? Aqueles que amam a Deus são, de acordo com este contexto, cristãos, porque eles são chamados de acordo com o propósito de Deus (note o v. 30: os “chamados” são também os “justificados,” que serão “glorificados”). Alguns entendem o particípio presente “que amam” (agapwsin) como uma condição temporal, como se ele quisesse dizer: “Enquanto você amar Deus, as coisas vão cooperar, mas quando você não estiver mais amando a Deus, as coisas não vão cooperar para o seu bem.” Esta interpretação, todavia, é improvável. Primeiro, o tempo desta construção grega é muito provavelmente um presente gnômico, assim indicando uma característica, em vez de uma condição temporal. Segundo, os versículos seguintes (vv. 29-30) falam da nossa conformidade a Cristo, nossa glorificação, como um resultado inevitável daqueles que amam a Deus. E isto não depende do quanto nós amamos a Deus, mas da obra que Cristo fez na cruz. Paulo conclui este capítulo explicitamente declarando que nada pode nos separar do amor de Deus (vv. 38-39). E, por inferência, isto incluiria até aqueles lapsos temporários do nosso amor pelo Salvador.
O que é, então, o “bem”? Isto está definido para nós, à princípio pelo menos, no versículo 29; um dos versículos esquecidos das Escrituras: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (BRP). O “bem” não é o nosso conforto, riqueza, ou saúde. É a conformidade a Cristo! Este “bem” é, portanto, totalmente definido no próximo versículo: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou” (BRP). Em fim, todas as coisas cooperam para trazer cada cristão à conformidade de Cristo, para trazer cada cristão à glória. Paulo está tão certo de que isto se realizará, que ele fala da nossa glorificação no tempo pretérito. Ele usa o que é chamado de “aoristo proléptico;” é um mecanismo da língua grega que o autor usa quando está querendo dizer algo que é tão bom como se já tivesse acontecido. Não apenas isto, mas ninguém está perdido entre predestinação e glorificação. Paulo não diz “alguns daqueles”, nem mesmo “a maioria daqueles”, quando descreve cada estágio da jornada da salvação. Da predestinação à glorificação, ele usa simplesmente “aqueles” (ouv ou toutouv); o pronome, que se repete, refere-se ao grupo inteiro que foi mencionado antes. Ninguém vai perder o trem na jornada da salvação.
Quando lemos Rom 8:28 em seu contexto, nós podemos dar uma resposta positiva à questão da dor e do sofrimento no mundo. Não vemos nada de bom na miséria e nos desastres deste mundo, mas este mundo não é toda a realidade que existe. Há um “até então...”. Há um lugar além do horizonte do qual nossos sentidos podem apreender, e é mais real e mais duradouro do que o que experimentamos nesta casca mortal. Deus está usando o presente, até mesmo um presente miserável, para nos conformar à imagem do seu Filho. Se definirmos o que é “bom” como apenas o que podemos ver nesta vida, então perdemos a mensagem deste texto. Pois, como Paulo havia dito antes no mesmo capítulo, “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rom 8:18, BRP). Os cristãos ocidentais, especialmente os cristãos americanos, tendem a deturpar o sentido de textos como Rom 8:28. Se nossas vidas forem confortáveis, se tivermos riquezas, boa saúde, então, está tudo bem. Mas, este não era o “bem” que Paulo tinha em mente, e este não é o alvo da vida cristã.
Extraído do site www.hermeneutica.com
Colaboração do amigo Vinicius do Nascimento Lampert
Você já deve ter ouvido umas mil vezes: “Não se preocupe, tudo vai dar certo!” Este é o eterno otimismo que nasce, não das provações da realidade, mas dos desejos da imaginação do sonho Americano, do faz-de-conta de Hollywood, ou da pura ingenuidade. Todos sabemos que não o é de todo verdade. Conhecemos casos de crianças que foram abatidas por um câncer ou por um motorista bêbado. Conhecemos casos de viciados em drogas que vieram de bons lares, de homens de família que perderam seus empregos, de soldados que retornaram do campo de batalha com um membro a menos. Estamos à par de incontáveis tragédias e sofrimentos desnecessários, mesmo assim repetimos para nossos filhos sem sequer pensar duas vezes: “Não se preocupe; tudo vai dar certo.”
Este sentimento não é novo; não começou na modernidade. Os antigos gregos e romanos diziam coisas semelhantes a seus filhos sabendo que suas palavras eram ocas. E, o apóstolo Paulo também disse algo deste tipo. A diferença é que Paulo não escreveu um cheque em branco otimista. Ele condicionou seu sentimento com importantes qualificadores, e ele definiu o que é “bem” como algo que está além do conforto e das riquezas.
Diz-se que no campo da imobiliária, há três princípios fundamentais que alguém deve seguir quando estiver comprando uma casa: o local, o local, e o local. Na interpretação das Escrituras, há também três princípios fundamentais: o contexto, o contexto, e o contexto. Romanos 8:28 não é uma exceção a esta regra. Se observarmos este texto em seu contexto, logo entenderemos sua intenção.
O contexto geral de Romanos 8:28 é um em que Paulo trata do viver pelo poder do Espírito em meio ao sofrimento e a dor. Paulo não era indiferente ao sofrimento. Suas várias experiências à ponto de morte, açoitamentos, prisões, e perseguições foram suficientes para erradicar qualquer ingenuidade que pudesse se ocultar em seu coração. No contexto imediato, dentro do próprio versículo, Paulo expressa os pré-requisitos para o que é “bom” (ou “bem”, NT) acontecer: “sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rom 8:28, BRP). Paulo não está dando esta promessa para todas as pessoas, mas apenas para aqueles “que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”
Mas o que isto significa? Aqueles que amam a Deus são, de acordo com este contexto, cristãos, porque eles são chamados de acordo com o propósito de Deus (note o v. 30: os “chamados” são também os “justificados,” que serão “glorificados”). Alguns entendem o particípio presente “que amam” (agapwsin) como uma condição temporal, como se ele quisesse dizer: “Enquanto você amar Deus, as coisas vão cooperar, mas quando você não estiver mais amando a Deus, as coisas não vão cooperar para o seu bem.” Esta interpretação, todavia, é improvável. Primeiro, o tempo desta construção grega é muito provavelmente um presente gnômico, assim indicando uma característica, em vez de uma condição temporal. Segundo, os versículos seguintes (vv. 29-30) falam da nossa conformidade a Cristo, nossa glorificação, como um resultado inevitável daqueles que amam a Deus. E isto não depende do quanto nós amamos a Deus, mas da obra que Cristo fez na cruz. Paulo conclui este capítulo explicitamente declarando que nada pode nos separar do amor de Deus (vv. 38-39). E, por inferência, isto incluiria até aqueles lapsos temporários do nosso amor pelo Salvador.
O que é, então, o “bem”? Isto está definido para nós, à princípio pelo menos, no versículo 29; um dos versículos esquecidos das Escrituras: “Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (BRP). O “bem” não é o nosso conforto, riqueza, ou saúde. É a conformidade a Cristo! Este “bem” é, portanto, totalmente definido no próximo versículo: “E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou” (BRP). Em fim, todas as coisas cooperam para trazer cada cristão à conformidade de Cristo, para trazer cada cristão à glória. Paulo está tão certo de que isto se realizará, que ele fala da nossa glorificação no tempo pretérito. Ele usa o que é chamado de “aoristo proléptico;” é um mecanismo da língua grega que o autor usa quando está querendo dizer algo que é tão bom como se já tivesse acontecido. Não apenas isto, mas ninguém está perdido entre predestinação e glorificação. Paulo não diz “alguns daqueles”, nem mesmo “a maioria daqueles”, quando descreve cada estágio da jornada da salvação. Da predestinação à glorificação, ele usa simplesmente “aqueles” (ouv ou toutouv); o pronome, que se repete, refere-se ao grupo inteiro que foi mencionado antes. Ninguém vai perder o trem na jornada da salvação.
Quando lemos Rom 8:28 em seu contexto, nós podemos dar uma resposta positiva à questão da dor e do sofrimento no mundo. Não vemos nada de bom na miséria e nos desastres deste mundo, mas este mundo não é toda a realidade que existe. Há um “até então...”. Há um lugar além do horizonte do qual nossos sentidos podem apreender, e é mais real e mais duradouro do que o que experimentamos nesta casca mortal. Deus está usando o presente, até mesmo um presente miserável, para nos conformar à imagem do seu Filho. Se definirmos o que é “bom” como apenas o que podemos ver nesta vida, então perdemos a mensagem deste texto. Pois, como Paulo havia dito antes no mesmo capítulo, “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada” (Rom 8:18, BRP). Os cristãos ocidentais, especialmente os cristãos americanos, tendem a deturpar o sentido de textos como Rom 8:28. Se nossas vidas forem confortáveis, se tivermos riquezas, boa saúde, então, está tudo bem. Mas, este não era o “bem” que Paulo tinha em mente, e este não é o alvo da vida cristã.
Extraído do site www.hermeneutica.com
Colaboração do amigo Vinicius do Nascimento Lampert
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Tênis e Frescobol, por Rubem Alves
Depois de muito meditar sobre o assunto concluí que os casamentos são
de dois tipos: há os casamentos do tipo tênis e há os casamentos do
tipo frescobol. Os casamentos do tipo tênis são uma fonte de raiva e
ressentimentos e terminam sempre mal. Os casamentos do tipo frescobol
são uma fonte de alegria e têm a chance de ter vida longa.
Explico-me. Para começar, uma afirmação de Nietzsche, com a qual
concordo inteiramente. Dizia ele: “Ao pensar sobre a possibilidade do
casamento cada um deveria se fazer a seguinte pergunta: “Você crê que
seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice?”
Tudo o mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o
tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar.”
Xerazade sabia disso. Sabia que os casamentos baseados nos prazeres
da cama são sempre decapitados pela manhã, terminam em separação, pois
os prazeres do sexo se esgotam rapidamente, terminam na morte, como no
filme “O império dos sentidos”. Por isso, quando o sexo já estava morto
na cama, e o amor não mais se podia dizer através dele, ela o
ressuscitava pela magia da palavra: começava uma longa conversa,
conversa sem fim, que deveria durar mil e uma noites. O sultão se calava
e escutava as suas palavras como se fossem música. A música dos sons ou
da palavra – é a sexualidade sob a forma da eternidade: é o amor que
ressuscita sempre, depois de morrer. Há os carinhos que se fazem com o
corpo e há os carinhos que se fazem com as palavras. E contrariamente ao
que pensam os amantes inexperientes, fazer carinho com as palavras não é
ficar repetindo o tempo todo: “Eu te amo, eu te amo…” Barthes advertia:
“Passada a primeira confissão, “eu te amo” não quer dizer mais nada.” É
na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez
anatômica, mas em sua nudez poética. Recordo a sabedoria de Adélia
Prado: “Erótica é a alma.”
O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a
sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a
bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que
tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para
aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito sugestiva, que
indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O
prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o
jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de
jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza de outro.
O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas
raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum
dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de
propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no
lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário
porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém
ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é
que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, é como ejaculação
precoce: um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o
gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede
desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem
importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca
pontos…
A bola: são as nossas fantasias, irrealidades, sonhos sob a forma de
palavras. Conversar é ficar batendo sonho pra lá, sonho pra cá…
Mas há casais que jogam com os sonhos como se jogassem tênis. Ficam à
espera do momento certo para a cortada. Tênis é assim: recebe-se o
sonho do outro para destruí-lo, arrebentá-lo, como bolha de sabão… O que
se busca é ter razão e o que se ganha é o distanciamento. Aqui, quem
ganha sempre perde.
Já no frescobol é diferente: o sonho do outro é um brinquedo que deve
ser preservado, pois se sabe que, se é sonho, é coisa delicada, do
coração. O bom ouvinte é aquele que, ao falar, abre espaços para que as
bolhas de sabão do outro voem livres. Bola vai, bola vem – cresce o
amor… Ninguém ganha para que os dois ganhem. E se deseja então que o
outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim…
Rubem Alves
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
A Grande Aventura Masculina
Prezados,
Na aba "Dicas de livros", coloquei uma breve sinopse deste excelente livro. Alguns amigos me pediram para adquiri-lo lá na IBMS, pois o preço estava muito bom. Entretanto, os exemplares já haviam terminado. Caso seja feita uma nova compra, aviso.
Um abraço
Marcelo
Na aba "Dicas de livros", coloquei uma breve sinopse deste excelente livro. Alguns amigos me pediram para adquiri-lo lá na IBMS, pois o preço estava muito bom. Entretanto, os exemplares já haviam terminado. Caso seja feita uma nova compra, aviso.
Um abraço
Marcelo
Pausa para ouvir
Estou relendo o livro Celebração da Disciplina, de Richard Foster (veja uma breve sinopse na aba Dicas de Livros). E está sendo ótimo, novamente. E o mais interessante é que ele voltou às minhas mãos quase que por acaso. Enquanto espero a chegada de As Crônicas de Nárnia e Coração Selvagem, comprados pela internet, busquei-o aleatoriamente na estante, para ler algo enquanto os novos livros não chegam. Entretanto, não convivo bem com o acaso. Creio em planos e propósitos divinos. Com este livro não foi diferente, e explico o porquê.
Estou encerrando uma semana bastante agitada. Sofri uma queda que me afastou três dias do trabalho, os meninos tiveram uma semana intensa na escola, com passeios, trabalhos, festas, lanches variados, fomos a dois aniversários, um casamento e um velório. Some-se a tudo isso um desacerto com a esposa, ruídos na comunicação, e o resultado será uma semana conturbada e cansativa. Que bom que hoje é sexta-feira. É dia de ser mais feliz.
E tudo isso acontece justamente num momento em que estou querendo muito ouvir Deus. Estou precisando de Sua orientação, Sua direção, Seu mover em minha vida. Todavia, toda essa agitação não me permitiu fazer isso. Até a leitura do livro foi deixada de lado.
Mas hoje consegui retomá-la. E ao recomeçar a leitura, deparei-me com a primeira disciplina mencionada por Foster: a meditação, justamente o que buscava (será que foi acaso?). Li algumas frases interessantes, que compartilho:
"Na sociedade contemporânea, o Adversário tem especialização em três áreas: ruído, pressa e multidões. Se ele conseguir nos manter debaixo de um amontoado de coisas, descansará satisfeito."
Foi exatamente o que percebi. Que o corre-corre não me permitiu ouvir Deus. Não que Ele deixasse de falar, mas eu não tinha tempo para ouvi-lo. O que eu devia ter feito era ter insistido em cumprir o tempo que reservo no meu dia para que isso acontecesse. Isso é disciplina. Isso é indispensável para vivermos: deixarmos Deus falar ao nosso coração.
Foster define a meditação de uma forma bastante simples:
"A meditação cristã, numa definição simples, é a capacidade de ouvir a voz de Deus e obedecer à sua Palavra. Simples assim. Gostaria de torná-la mais difícil para os que gostam de complicar; no entando, ela não envolve nenhum mistério oculto, nenhum mantra secreto, nenhuma ginástica mental, nenhum mergulho esotérico para atingir a consciência cósmica. A verdade é que o grandioso Deus [...] deseja ter comunhão conosco."
Praticarmos essa disciplina é tão vital quanto nos alimentarmos, pois ela nos permite ouvirmos a voz suave de Deus, nos orientando nas horas mais turbulentas de nossa vida. Sei que ainda preciso andar muito por essa estrada, mas o primeiro passo é o reconhecimento da necessidade. E esse passo eu já dei.
Um abraço
Marcelo
Reencontro de Marcelo (Banda Kadoshi) com sua mãe
Queridos,
Hoje assisti este vídeo, que conta uma história muito bonita. Sei que histórias de reencontros são sempre emocionantes, mas essa me tocou profundamente, pois mostra, com clareza, que quando Deus tem um plano para uma vida, nada pode impedi-lo.
Espero que também gostem. O link está abaixo.
Um abraço
Marcelo
Assista "Programa Eliana | Reencontro - 05/06/2011" no YouTube
Hoje assisti este vídeo, que conta uma história muito bonita. Sei que histórias de reencontros são sempre emocionantes, mas essa me tocou profundamente, pois mostra, com clareza, que quando Deus tem um plano para uma vida, nada pode impedi-lo.
Espero que também gostem. O link está abaixo.
Um abraço
Marcelo
Assista "Programa Eliana | Reencontro - 05/06/2011" no YouTube
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Desertos
Ainda não conheço nenhum deserto pessoalmente. Sei apenas que são lugares áridos, com pouca ou nenhuma água, com temperaturas altas durante o dia e frio intenso à noite. São regiões com pouca vida, lugares inóspitos nos quais a resistência humana é testada.
Os desertos sempre estiveram presentes no contexto bíblico, pois são paisagens predominantes nas regiões identificadas como palco das narrativas bíblicas (Deserto do Sinai, regiões da Judéia, Galiléia, Oriente Médio, etc). Em sua maioria, os desertos são apresentados como lugar de provação, nos quais os personagens são levados para ali serem testados e aprimorados para algum fim específico. O maior exemplo disso foi Jesus, que foi conduzido ao deserto para ser tentado, antes de iniciar o Seu ministério terreno (Mateus 4:1-11).
No contexto espiritual, dizemos que alguém está atravessando um "deserto" quando essa pessoa está enfrentando uma situação de grande dificuldade, identificada como uma provação que redundará em aperfeiçoamento, pois a vitória obtida, nessas circunstâncias, é de caráter essencialmente individual, resultando num crescimento pessoal. Por isso, apesar das dificuldades que o acompanham, e após terminado o processo, o "deserto" é visto como algo benéfico, com resultados positivos.
Entretanto, é preciso identificar os reais motivos que nos levam ao "deserto". Em algumas vezes, o deserto aparece, no contexto bíblico, como punição, e não provação. Foi exatamente o que aconteceu com o povo de Israel durante a sua peregrinação pelo deserto. Leia a narrativa no livro de Números, capítulos 13 e 14.
Ao chegaram às portas da terra prometida, o povo teve medo ao receber as informações trazidas por dez dos doze espias que haviam sido enviados para uma missão de reconhecimento. Eles haviam visto gigantes terríveis, que os destruiriam quando eles ingressassem em suas terras. Foram tomados pelo medo em vez de confiar em Deus, que já os havia livrado de Faraó abrindo uma passagem pelo meio do mar (Êxodo 14). Por isso, Deus os condenou a vagarem pelo deserto, permitindo apenas que Josué e Calebe entrassem em Canaã.
Alguns atribuem ao "deserto" um caráter de inevitabilidade. No caso dos israelitas, o deserto poderia ter sido evitado: bastaria terem confiado em Deus, e a jornada pelo Sinai não teria sido ocorrido.
Algumas circunstâncias da nossa vida são identificadas como desertos para os quais somos conduzidos para sermos provados e aperfeiçoados. Apesar das dificuldades, sabemos que não estamos sozinhos, pois contamos com Deus ao nosso lado. Podemos confiar que os resultados serão positivos.
Mas existem situações que surgem por opção nossa. Entramos num "deserto" como resultado de nossas atitudes, e acreditamos que estamos sendo provados, quando, na realidade, estamos sofrendo as consequências de nossa irresponsabilidade.
Interessante observarmos que, apesar da nação de Israel entrar no deserto pela sua dureza de coração, Deus nunca os abandonou, conduzindo-os durante todo o percurso, suprindo suas necessidades.
Da mesma forma, saiba que você não estará sozinho no "deserto". Independente do motivo que te levou até lá, Ele sempre estará ao teu lado.
Um abraço
Marcelo
domingo, 4 de setembro de 2011
Disciplinas diárias em família
Algumas disciplinas diárias que podem ajudar sua família... Escolha algumas delas e comece a vivê-las. Não leia tudo de uma vez, senão desanima...
1. Caminhe de 10 a 30 minutos todos os dias e sorria enquanto caminha. Ao menos duas vezes caminhe acompanhado do seu cônjuge ou filho.
2. Ore na intimidade com Deus pelo menos 10 minutos por dia, em segredo, se for necessário. Ore com sua família em um momento separado por vocês.
3. Escute boa música todos os dias. A música é um autêntico alimento para o espírito. Cante com sua família uma música que todos conheçam e gostem.
4. Ao se levantar de manhã, fale "Deus, meu Pai, Te agradeço por este novo dia".
5. Viva com os 3 "E": Energia, Entusiasmo e Empatia. Demonstre esses "E's" principalmente para sua família.
6. Participe de mais brincadeiras do que no ano passado. Brinque com seus filhos, dê sustos na sua esposa, não sejam tão sérios.
7. Sorria mais vezes do que o ano passado. Entre em casa com um sorriso, e não com uma reclamação.
8. Olhe para o céu pelo menos uma vez por dia e sinta a majestade do mundo que rodeia você. Procure formas nas nuvens com sua família.
9. Sonhe mais, estando acordado. Pergunte os sonhos que seus filhos tem, deixe seu cônjuge sonhar.
10. Coma mais alimentos que crescem nas árvores e nas plantas, e menos alimentos industrializados. Faça uma horta no fundo da casa ou até mesmo na sacada do apartamento.
11. Coma nozes e frutas silvestres. Tome chá verde, muita água .Cuide de brindar sempre por alguma das muitas coisas belas que existem em sua vida e, se possível, faça em companhia de quem você ama.
12. Faça rir pelo menos 3 pessoas por dia, a começar por sua família.
13. Elimine a desordem de sua casa, seu carro e seu escritório. Deixe que uma nova energia flua em sua vida. Organize por tipos (brinquedos, roupas, sapatos) de 10 em 10 e incentive a cada um doar 3 ou 4 unidades. Não vai fazer falta e vai abençoar sua família e a de alguém.
14. Não gaste seu precioso tempo em fofocas, coisas do passado, pensamentos negativos ou coisas fora de seu controle. Melhor investir sua energia no positivo do presente. Na hora das refeições pergunte: "Qual foi o ponto alto do dia?"
15. Tome nota: a vida é uma escola e você está aqui para aprender. Os problemas são lições passageiras, o que você aprende com eles é o que fica.
16. Tome o café da manhã como um rei, almoce como um príncipe e jante como um mendigo. Invista tempo e faça isso junto com alguém, de preferência com a família toda.
17. Sorria mais. Não precisa ter motivo para dar um sorriso para seu filho. Ame-o incondicionalmente.
18. Não deixe passar a oportunidade de abraçar quem você ama. O excesso de abraços não tem contra-indicações.
19. A vida é muito curta para você desperdiçar o tempo odiando alguém. Perdoe e peça perdão. Quando você não faz isso, é você mesmo quem sofre!
20. Não se leve tão a sério. Ninguém faz isto. Não se preocupe com nada daquilo que as pessoas ao seu redor não se lembrarão daqui a dois meses.
21. Não precisa ganhar cada discussão. Aceite a perda e aprenda com o outro. Escolha ser feliz ao invés de ser sempre o certo.
22. Fique em paz com o seu passado para não estragar o seu presente. Resolva suas mágoas, procure seu pai antes que seja tarde.
23. Não compare sua vida com a dos outros. Você não sabe como foi o caminho que eles tiveram que trilhar na vida. Não compare seu cônjuge com outras pessoas. Aquela mulher bonita ou aquele homem gentil também tem defeitos, e muitos. Não compare seus filhos com outros ou entre eles mesmos. A comparação nunca é construtiva.
24. Não busque a felicidade. Ela é consequência de uma vida de valores.
25. Lembre que você não tem o controle dos acontecimentos, mas sim do que você faz deles. Conte até 10. Durma uma noite antes de tomar uma decisão ou escrever um email. As coisas parecerão mais claras no dia seguinte.
26. Aprenda algo novo cada dia. Junto com sua família.
27. O que os outros pensam de você não é de sua conta. Não se preocupe tanto com sua reputação, mas com o seu caráter.
28. Ajude sempre os outros. O que você semeia hoje, colherá amanhã. Não existe nada melhor do que se doar. Inclusive para sua família!
29. Não importa se a situação é boa ou ruim, ela mudará. Deixe claro para seus filhos que isso é uma verdade.
30. O seu trabalho não cuidará de você quando você estiver doente. Sua família e seus amigos sim. Mantenha contato próximo com eles.
31. Descarte qualquer coisa que não for útil, bonita ou divertida.
32. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem o que você precisa.
33. O melhor está ainda por vir.
34. Ame sempre com todo o seu ser. O amor é uma decisão. Ao acordar, olhe para o seu cônjuge e diga: "Vou amá-lo hoje com todas as minhas forças!"
35. Telefone para seus parentes frequentemente e mande emails dizendo: Oi, estou com saudades de vocês!
36. Cada noite, antes de deitar, agradeça a Deus por mais um dia vivido. Agradeça por sua família.
Extraído do blog "Se Liga, Família" (http://www.seligafamilia.com.br)
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A grande aventura masculina
Eis o título do livro que estou lendo. Trata-se de um ótimo livro, que propõe uma profunda reflexão sobre a verdadeira masculinidade, e dos caminhos que nos conduzem até ela, desde a infância até o mais adiantado estágio da vida.
Para àqueles que são pais de meninos, o livro reforça a importância do papel que exercemos junto aos nossos filhos, principalmente no seu amadurecimento como homem. O autor faz referência a uma geração de "homens inacabados", que ainda não amadureceram, sem alcançar essa "masculinidade", pois tiveram esse processo interrompido pela ausência paterna, seja pela omissão do pai ou por alguma outra ocorrência (morte, separação, abandono, etc).
O autor também nos leva a pensar sobre o papel de Deus como Pai, adotando e abraçando àqueles que O buscam no desejo de ver suprida a ausência do pai natural.
Se você tem filhos, está pensando em tê-los ou mentoreia homens de qualquer idade, esse é um livro ao qual recomendo a leitura.
Um abraço
Marcelo
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Nova postagem na página da IBMS
Prezados,
Na aba "IBMS" encontra-se a mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 28 de agosto de 2011.
Boa leitura,
Um abraço
Marcelo
Na aba "IBMS" encontra-se a mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 28 de agosto de 2011.
Boa leitura,
Um abraço
Marcelo
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Aos pais, com carinho
Ontem foi comemorado o Dia dos Pais. Deixo aqui o meu abraço a todos que se dedicam, como pais, a construir um caráter íntegro em seus filhos, através do seu exemplo de vida. A tarefa não é simples, mas muito gratificante.
O maior exemplo que temos sobre um relacionamento saudável entre pai e filho encontramos no relacionamento entre Deus Pai, e Seu Filho, Jesus Cristo. Certa vez, quando Jesus ia ser batizado Deus referiu-se a Ele com a seguinte frase: "Este é o meu Filho amado, em quem me agrado". (Mateus 3:17 - NVI)
Trata-se de três afirmações em uma frase, que precisamos repetir para nossos filhos constantemente:
Tu és meu filho. Apesar da obviedade da afirmação, os filhos precisam ouvir isso, e terem a segurança que nunca serão abandonados. Por mais que errem, meus filhos sempre contarão com meu apoio, pois são meus filhos, são uma parte de mim, tem meu sangue, e nunca os desampararei.
Eu te amo. (Tu és meu filho amado.) Reafirmar o amor por nossos filhos, tanto em palavras como em atos, lhes dá segurança e um sentimento de proteção e cuidado. Dizer "eu te amo" para nossos filhos e filhas, ajuda a construir a imagem de um Deus amoroso, revelado a eles através da manifestação do amor dEle em nossas vidas.
Eu me agrado de ti. Palavras de afirmação colaboram na valorização pessoal de nossos filhos, construindo uma auto-estima positiva. Em vez de palavras que apenas humilham às suas almas, precisamos incentivar seu crescimento com manifestação de apoio sobre as pequenas conquistas, pois isso contribuirá para que eles não desistam diante de desafios maiores.
Eu gostaria de desafiar os pais que ainda não tem essa prática a realizarem esse exercíco, dizendo a seus filhos, diariamente, "tu é meu filho", "eu te amo" e "eu me agrado de ti". Os resultados serão imediatos, e você experimentará um novo relacionamento familiar que lhe trará grande satisfação.
Um abraço
Marcelo
Nova postagem na página da IBMS
Prezados,
A mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 14 de agosto já está disponível na página da IBMS.
Um abraço
Marcelo
A mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 14 de agosto já está disponível na página da IBMS.
Um abraço
Marcelo
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
O melhor do Mundo *
Estamos obcecados com "o melhor".
Não sei quando foi que começou essa mania, mas hoje só queremos saber do "melhor".
Tem que ser o melhor computador, o melhor carro, melhor emprego, a melhor dieta, a melhor operadora de celular, o melhor tênis, o melhor vinho.
Bom não basta.
O ideal é ter o top de linha, aquele que deixa os outros pra trás e que nos distingue, nos faz sentir importantes, porque, afinal, estamos com "o melhor".
Isso até que outro "melhor" apareça - e é uma questão de dias ou de horas até isso acontecer.
Novas marcas surgem a todo instante.
Novas possibilidades também. E o que era melhor, de repente, nos parece superado, modesto, aquém do que podemos ter.
O que acontece, quando só queremos o melhor, é que passamos a viver inquietos, numa espécie de insatisfação permanente, num eterno desassossego.
Não desfrutamos do que temos ou conquistamos, porque estamos de olho no que falta conquistar ou ter.
Cada comercial na TV nos convence de que merecemos ter mais do que temos.
Cada artigo que lemos nos faz imaginar que os outros (ah, os outros...) estão vivendo melhor, comprando melhor, amando melhor, ganhando melhores salários.
Aí a gente não relaxa, porque tem que correr atrás, de preferência com o melhor tênis.
Não que a gente deva se acomodar ou se contentar sempre com menos.
Mas o menos, às vezes, é mais do que suficiente.
Se não dirijo a 140, preciso realmente de um carro com tanta potência?
Se gosto do que faço no meu trabalho, tenho que subir na empresa e assumir o cargo de chefia que vai me matar de estresse porque é o melhor cargo da empresa?
E aquela TV de não sei quantas polegadas que acabou com o espaço do meu quarto?
O restaurante onde sinto saudades da comida de casa e vou porque tem o "melhor chef"?
Aquele xampu que usei durante anos tem que ser aposentado porque agora existe um melhor e dez vezes mais caro?
O cabeleireiro do meu bairro tem mesmo que ser trocado pelo "melhor cabeleireiro"?
Tenho pensado no quanto essa busca permanente do melhor tem nos deixado ansiosos e nos impedido de desfrutar o "bom" que já temos .
A casa que é pequena, mas nos acolhe.
O emprego que não paga tão bem, mas nos enche de alegria.
A TV que está velha, mas nunca deu defeito.
O homem que tem defeitos (como nós), mas nos faz mais felizes do que os homens "perfeitos".
As férias que não vão ser na Europa, porque o dinheiro não deu, mas vai me dar a chance de estar perto de quem amo...
O rosto que já não é jovem, mas carrega as marcas das histórias que me constituem.
O corpo que já não é mais jovem, mas está vivo e sente prazer.
Será que a gente precisa mesmo de mais do que isso?
Ou será que isso já é o melhor e, na busca de tudo que nos dizem ou imaginamos ser "melhor", a gente nem percebeu?
* Texto da jornalista Leila Ferreira, extraído do Blog Se Liga Família! (http://www.seligafamilia.com.br)
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Novo texto na página da IBMS
Na página da IBMS, publiquei a mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 24 de julho, quando ele falou sobre as diferenças entre um coração obstinado e um coração temente a Deus.
Vale conferir.
Um abraço
Marcelo
Vale conferir.
Um abraço
Marcelo
quinta-feira, 28 de julho de 2011
127 horas
No último sábado, assisti o filme 127 horas. Baseado numa história real, o filme mostra a determinação do alpinista Aron Ralston para manter-se vivo diante de uma circunstância adversa. Visto por muitos como um lição de persistência e desejo de viver, o filme nos apresenta outros aspectos interessantes de serem observados.
Durante os cinco dias que Aron permaneceu preso no cânion, muitas lembranças vieram a sua mente. Cenas de sua infância, de seu relacionamento com seus pais, amigos, namorada, momentos de reflexão que o conduziu por caminhos, talvez, inexplorados na sua vivência. Entretanto, a sua principal descoberta diante da circunstância que se encontrava diz respeito ao verdadeiro motivo que o levou àquela situação: no momento do acidente que o prendeu no cânion, ele estava sozinho, sem ao menos ter informado alguém sobre o lugar onde estaria. Aliás, durante toda a sua vida ele sempre esteve sozinho. Seja escalando montanhas, seja dentro de um ginásio com centenas de pessoas ao seu redor, a solidão sempre o acompanhou.
Não sabemos o que teria acontecido se Aron estivesse acompanhado. Talvez o acidente não pudesse ter sido evitado. Mas certamente o desfecho teria sido diferente, pois contaria com alguém para ajudá-lo.
O homem é, por natureza, um ser relacional. Deus, ao criá-lo à sua imagem e semelhança, transferiu a ele essa capacidade. Por isso necessitamos de relacionamentos. A solidão contraria essa natureza. Por mais difíceis que sejam as situações que surgem à nossa frente, se temos amigos não as enfrentamos sozinhos. Por isso precisamos cultivar os nossos relacionamentos, compartilharmos experiências, conversarmos, rirmos juntos, chorarmos juntos. Uma pessoa sem amigos torna-se alguém fechado para a vida. Conquiste amigos, e a vida terá outro sabor.
Não esqueça: pessoas precisam de Deus, mas pessoas também precisam de pessoas. Sozinhos nunca, independentes jamais.
Um abraço
Marcelo
terça-feira, 19 de julho de 2011
Novo texto na página da IBMS
Prezados,
Está publicado na página da IBMS a mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 03 de julho de 2011. Basta clicar na aba para acessá-lo.
Um abraço e boa leitura.
Marcelo
Está publicado na página da IBMS a mensagem ministrada pelo Pr. Tércio no dia 03 de julho de 2011. Basta clicar na aba para acessá-lo.
Um abraço e boa leitura.
Marcelo
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Igreja: um organismo vivo
Reler o livro de Atos dos Apóstolos é sempre desafiador. Nele, encontramos os principais fundamentos desse organismo chamado igreja. A partir do exemplo deixado por Cristo, os apóstolos deram início a uma revolução cujos efeitos sentimos ainda em nossos dias. Todavia, creio que a ideia original de Jesus sobre a igreja e seu papel neste mundo sofreu grandes transformações com o passar dos anos.
De um organismo vivo, atuante, baseado em relacionamentos de pessoas que se apoiam e se ajudam mutuamente, e que caminham em direção a Deus, a igreja passou a fortalecer-se como instituição, com seus dogmas e tradições, muitos deles responsáveis por impor às pessoas uma série de condições para que pudessem se aproximar de dEle. Entretanto, este nunca foi o plano de Cristo. No modelo que Ele instituiu, o relacionamento entre o homem e Deus se desenvolve sem intermediações, a partir de um livre acesso proporcionado pelo Seu sacrifício na cruz, sendo esta a única condição para que o homem achegue-se ao Criador: a aceitação desse sacrifício.
Não quero aqui desconsiderar ou desmerecer o papel das organizações, que é de grande importância para expansão do cristianismo. Quero, todavia, ressaltar que, em nenhuma hipótese, ele poderá ser mais importante que o papel desempenhado pelo organismo, o corpo vivo de Cristo, criado para edificação, fortalecimento e crescimento mútuos (Efésios 4:15,16).
A igreja plantada nos primeiros anos do cristianismo, e que tem seus primeiros passos relatados no livro de Atos dos Apóstolos, expandiu seus locais de adoração, deixando de estar apenas no Templo, e passando a reunir-se também nas casas. O calor transmitido pelo Espírito Santo permitiu que àqueles homens e mulheres experimentassem uma comunhão nunca antes sentida, e possibilitou que eles vivenciassem experiências inéditas em suas vidas (Atos 2:42-46; 3:1-10; 4:23-31). É preciso considerar, também, que algumas dessas experiências não foram muito agradáveis (p.ex., Ananias e Safira - Atos 5:1-11), mas nem isso fez com que a comunidade espiritual que estava se formando perdesse sua força e dinamismo.
Não sou um saudosista (mesmo porque não vivi naquela época). Mas creio que este é um bom modelo a ser observado (com todos os devidos cuidados que devem ser adotados no que diz respeito à evolução da sociedade e seus hábitos). E digo isso pelo simples motivo de que esse é o modelo que mais se aproxima da ideia original de Cristo, pois foi transmitido pelo próprio àqueles homens e mulheres.
Continuarei a minha releitura de Atos, e espero poder aprender um pouco mais sobre a igreja de Cristo, um organismo vivo que move-se em direção a Deus, e relaciona-se entre si.
Pessoas precisam de Deus. Mas pessoas também precisam de pessoas.
Um abraço
Marcelo
Não quero aqui desconsiderar ou desmerecer o papel das organizações, que é de grande importância para expansão do cristianismo. Quero, todavia, ressaltar que, em nenhuma hipótese, ele poderá ser mais importante que o papel desempenhado pelo organismo, o corpo vivo de Cristo, criado para edificação, fortalecimento e crescimento mútuos (Efésios 4:15,16).
A igreja plantada nos primeiros anos do cristianismo, e que tem seus primeiros passos relatados no livro de Atos dos Apóstolos, expandiu seus locais de adoração, deixando de estar apenas no Templo, e passando a reunir-se também nas casas. O calor transmitido pelo Espírito Santo permitiu que àqueles homens e mulheres experimentassem uma comunhão nunca antes sentida, e possibilitou que eles vivenciassem experiências inéditas em suas vidas (Atos 2:42-46; 3:1-10; 4:23-31). É preciso considerar, também, que algumas dessas experiências não foram muito agradáveis (p.ex., Ananias e Safira - Atos 5:1-11), mas nem isso fez com que a comunidade espiritual que estava se formando perdesse sua força e dinamismo.
Não sou um saudosista (mesmo porque não vivi naquela época). Mas creio que este é um bom modelo a ser observado (com todos os devidos cuidados que devem ser adotados no que diz respeito à evolução da sociedade e seus hábitos). E digo isso pelo simples motivo de que esse é o modelo que mais se aproxima da ideia original de Cristo, pois foi transmitido pelo próprio àqueles homens e mulheres.
Continuarei a minha releitura de Atos, e espero poder aprender um pouco mais sobre a igreja de Cristo, um organismo vivo que move-se em direção a Deus, e relaciona-se entre si.
Pessoas precisam de Deus. Mas pessoas também precisam de pessoas.
Um abraço
Marcelo
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Dica de leitura
Conclui a leitura do livro Proibida a Entrada de Pessoas Perfeitas, de John Burke . Trata-se de uma excelente obra. Ao longo do livro, o autor ressalta o papel da Igreja de Cristo como um organismo terapêutico, e mostra como criar uma cultura do tipo "venha como você está", auxiliando na difícil tarefa de construir uma ponte sobre o abismo existente entre a igreja e o mundo pós-moderno. Extremamente relevante, esta obra essencial apresenta caminhos para derrubar as barreiras que afastam as novas gerações do amor de Deus.
Eis algumas perguntas que o autor procura responder:
Como construimos uma cultura de autenticidade?Cristo me aceita como sou? Eu posso continuar vivendo da mesma maneira que vivia antes de aceitá-Lo como Salvador?De que forma a igreja deve receber os homossexuais?Porque a verdade é tão importante para minha vida?É possível viver sem pessoas ao redor?
O autor procura, ao longo do livro, responder estas e outras perguntas. Entretanto, sua principal virtude é proporcionar uma reflexão sobre o papel abrangente do cristianismo, através da pessoa de Jesus Cristo.
O livro tem como principal objetivo alcançar líderes que tenham sobre si a responsabilidade de cuidar de pessoas. Mas não é exclusivo para eles. Qualquer um que tenha interesse no tema “igreja” pode desfrutar desta leitura.
Um abraço
Marcelo
terça-feira, 21 de junho de 2011
Atitude 434 - Falando abertamente sobre sexo puro
O vídeo abaixo nos apresenta, de maneira clara e objetiva, a vontade de Deus para desfrutarmos uma vida sexual sadia, através da ministração do Pr. Tércio, da IBMS (Igreja Batista de Mont'Serrat). Vale conferir.
Após a mensagem, um grupo de jovens a adolescentes firmam um compromisso de pureza sexual (Atitude 434) que merece ser visto e reproduzido.
O que é Atitude 434? É um movimento de pureza sexual para todas as idades, baseado nas escrituras (1 Tessalonicenses 4:3,4), selado pelo uso de uma aliança de prata. É fruto do mover de Deus que visa resgatar valores e práticas corrompidas e reapaixonar pela ideia original do sexo. Sexo é uma relação de prazer vivida dentro de uma aliança de amor entre um homem e uma mulher, celebrada como pacto inquebrável diante de Deus e dos homens. Saiba mais no site www.atitude434.com
Curta o vídeo, comente, e se quiser, divulgue para seus amigos.
Para assistir ao vídeo, clique aqui.
Um abraço
Marcelo
sábado, 18 de junho de 2011
A receita do melhor molho de queijo que já provei
Ontem aprendi a fazer um molho de queijo delicioso. À noite, fiz uma massa com o molho e foi um sucesso.
Eis a receita:
200gr de queijo gorgonzola
1 pote de requeijão
1 lata de creme de leite com soro
Numa panela, coloque o pote de requeijão e deixe-o em fogo baixo até começar a borbulhar. Acrescente, aos poucos, o queijo gorgonzola cortado em pedaços. Quando tudo estiver derretido, desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Está pronto.
Pode ser servido com um filé grelhado, massa ou com pedaços de pão.
Experimente e bom proveito.
Um abraço
Marcelo
Eis a receita:
200gr de queijo gorgonzola
1 pote de requeijão
1 lata de creme de leite com soro
Numa panela, coloque o pote de requeijão e deixe-o em fogo baixo até começar a borbulhar. Acrescente, aos poucos, o queijo gorgonzola cortado em pedaços. Quando tudo estiver derretido, desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Está pronto.
Pode ser servido com um filé grelhado, massa ou com pedaços de pão.
Experimente e bom proveito.
Um abraço
Marcelo
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Quebrantado
Hoje pela manhã, enquanto lia um livro no jardim do hotel no qual estou hospedado aqui em Montes Claros, deparei-me com a cruz que está aí embaixo. Naquele momento, lembrei-me da música "Quebrantado", do Vineyard.
Realmente, é impressionante o amor de Deus ao entregar Seu Filho para morrer na cruz em nosso lugar. Postei um vídeo da música para que você possa pensar sobre isso.
Um abraço
Marcelo
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Confiar é jogar-se no escuro
Aqueles que viram a animação Procurando Nemo certamente lembram desta cena. Caso você ainda não tenha assistido, eis uma boa dica. Trata-se de uma linda história sobre a determinação de um pai para salvar seu filho. Com a ajuda de Dory, uma peixinha que sofre de perda de memória recente, Marlin vive uma aventura que transforma a sua vida e de seu filho, Nemo.
Em dado momento da jornada, Marlin e Dory são engolidos por uma baleia. A comunicação entre Dory e a baleia, através do baleiês, é uma daquelas cenas que fica na memória de todos que assistiram o desenho animado. É utilizando esta linguagem que a baleia diz a Dory que eles precisam confiar nela e soltarem-se de sua língua para sairem daquela situação. Marlin, sempre medroso e inseguro, reluta, mas por fim, obedece, mesmo sem saber o que aconteceria.
Muitas vezes nos encontramos na mesma situação de Marlin. Olhamos para as situações que surgem à nossa frente, e vemos apenas uma zona escura. Não sabemos o que fazer, nem para onde ir. E travamos, esperando que algo aconteça para transformar aquela situação. Nessa situações, temos dificuldade, inclusive, de ouvir a voz de Deus nos indicando o caminho a seguir. Ele nos diz para confiarmos Nele e nos movermos, mesmo que seja na escuridão. Mas relutamos e não queremos seguir. Esquecemos que Ele garantiu que estaria ao nosso lado.
Confiar é entregar-se inteiramente, mesmo que não saibamos o que virá à frente. É confiar no Pai, e na Sua infinita bondade e misericórdia. É soltar-se nos seus braços.
Talvez você já conheça a história que segue, mas não custa repetir, pois ela ilustra bem o que escrevi acima.
É a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o monte mais alto de seu país. Mas ele queria a glória somente para ele e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.
Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, porém ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo. Escureceu e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.
Subindo por uma “parede”, a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e caiu… Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo e, nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido em sua vida. De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade … shack!
Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesses momentos de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada alem do que gritar: Oh, meu Deus! Me ajude!
De repente uma voz grave e profunda vinda do céu respondeu:
- O que você quer de mim, meu filho?
- Me salve, meu Deus, por favor!
- Você realmente acredita que eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza, meu Deus.
- Então corte a corda que te mantém pendurado… Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria…
Dois dias depois uma equipe de resgate encontrou um alpinista congelado, morto, agarrado com força e com as suas duas mãos a uma corda a tão somente dois metros do chão!
E você, está segurando firme a sua corda? Por que não a corta?
Um abraço
Marcelo
domingo, 22 de maio de 2011
Órfãos de pais vivos
O vídeo acima relembra a nós, pais, a importância que temos na vida de nossos filhos. Observando as nossas atitudes e comportamentos, grande parte do seu caráter vai sendo formado. Por isso, é de suma importância a convivência com nossos filhos, não apenas quantitativa, mas principalmente qualitativa. É a partir desses momentos que podemos incutir valores éticos, morais e espirituais nas nossas crianças.
Entretanto, criou-se, em nossa sociedade, a cultura da "terceirização" da criação e educação de filhos. Muitas famílias não tiveram alternativa, e pela necessidade dos pais trabalharem muitas horas durante o dia, delegaram à escola, avós, babás, etc, a tarefa de cuidar e ensinar seus filhos. Nestes casos, resta aos pais pouco tempo disponível com eles, tempo este que deve ser aproveitado da melhor forma possível, com qualidade.
Por outro lado, muitos pais escolheram, de forma deliberada, repassarem a responsabilidade da educação dos filhos. Omitem-se das tarefas mais cotidianas e excluem-se da convivência, suprindo sua ausência com recompensas. Privam seus filhos da troca de afeto e carinho, tão necessários para dar-lhes segurança. Estão tão absorvidos pela busca de realizações pessoais que esquecem de dedicar tempo para acompanhar o crescimento de seus filhos, que crescem abandonados, órfãos de pais vivos. Não se atentam para o grande impacto que isso poderá causar nas suas vidas.
Nada substitui a presença terna e amorosa de um pai. Não existem presentes ou recompensas que ocupem este lugar. Cuidar de nossos filhos, educá-los, torná-los bons pais, bons maridos, bons cidadãos, bons cristãos, é uma tarefa intransferível, e que merece todo nosso empenho, pois disso depende o futuro daqueles que tanto amamos: nossos filhos.
Um abraço
Marcelo
Nova postagem na página da IBMS
Prezados,
Postei na página da IBMS a ministração do Pr. Tércio realizada no dia 08 de maio de 2011, em homenagem às mães. Basta clicar na aba na parte superior da blog.
Uma boa leitura.
Um abraço
Marcelo
Postei na página da IBMS a ministração do Pr. Tércio realizada no dia 08 de maio de 2011, em homenagem às mães. Basta clicar na aba na parte superior da blog.
Uma boa leitura.
Um abraço
Marcelo
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Você sabe elogiar seus filhos?
Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.
O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança.
O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.
Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.
A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado.
Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado.
Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “Parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “Filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “Isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.
Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “Acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “Que cabelo lindo”, “Seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.
Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.
Conspiração 2011
Hoje e amanhã acontece na IBMS o Conspiração 2011, evento voltado para a capacitação de líderes de crianças e adolescentes. O encontro também visa fornecer aos pais subsídios de apoio para melhor cuidarem de seus filhos.
Todas as iniciativas nesta área são bem-vindas e devem ser saudadas, pois temos visto, com frequência, situações de maus tratos a crianças. Creio que todos que viram as cenas do pai que agrediu os filhos com chutes, nesta semana, ficaram chocados. Entretanto, essa é apenas uma ocorrência, que foi flagrada. Diariamente, cenas como aquela se repetem, silenciosamente, motivadas pelas mais diversas causas.
Mas, inevitavelmente, encontramos a origem de tudo na desestruturação da familia como fonte de afeto e respeito. Pais ausentes ou omissos, filhos abandonados (emocionalmente), ação de terceiros (traficantes), entre outros, são ingredientes suficientes para alimentar as desgraças que se abatem sobre as famílias.
Não sei de que forma esses problemas podem ser resolvidos. Mas sei que algo precisa ser feito. Ações sociais, políticas públicas de saúde e educação, atuação mais efetiva das igrejas junto à comunidade, são caminhos que, conjugados, podem apresentar bons resultados.
Creio, sinceramente, que podemos mudar esse quadro. Se buscarmos em Cristo a inspiração sobre como devemos amar nossos semelhantes, podemos ter sucesso nesta batalha.
Um abraço
Marcelo
Todas as iniciativas nesta área são bem-vindas e devem ser saudadas, pois temos visto, com frequência, situações de maus tratos a crianças. Creio que todos que viram as cenas do pai que agrediu os filhos com chutes, nesta semana, ficaram chocados. Entretanto, essa é apenas uma ocorrência, que foi flagrada. Diariamente, cenas como aquela se repetem, silenciosamente, motivadas pelas mais diversas causas.
Mas, inevitavelmente, encontramos a origem de tudo na desestruturação da familia como fonte de afeto e respeito. Pais ausentes ou omissos, filhos abandonados (emocionalmente), ação de terceiros (traficantes), entre outros, são ingredientes suficientes para alimentar as desgraças que se abatem sobre as famílias.
Não sei de que forma esses problemas podem ser resolvidos. Mas sei que algo precisa ser feito. Ações sociais, políticas públicas de saúde e educação, atuação mais efetiva das igrejas junto à comunidade, são caminhos que, conjugados, podem apresentar bons resultados.
Creio, sinceramente, que podemos mudar esse quadro. Se buscarmos em Cristo a inspiração sobre como devemos amar nossos semelhantes, podemos ter sucesso nesta batalha.
Um abraço
Marcelo
sábado, 14 de maio de 2011
Nova postagem na página da IBMS
Postei um novo texto na página da IBMS (Igreja Batista de Mont'Serrat). Trata-se da mensagem ministrada pelo Pr. André no dia 10 de abril.
Para ler, basta clicar na aba IBMS, no alto da página.
Um abraço
Marcelo
Para ler, basta clicar na aba IBMS, no alto da página.
Um abraço
Marcelo
sábado, 7 de maio de 2011
Proibida a entrada de pessoas perfeitas
Comecei a leitura do livro Proibida a entrada de pessoas perfeitas – Um chamado à tolerância. Trata-se de uma excelente obra, que propõe uma reflexão profunda sobre o papel da Igreja de Cristo numa sociedade pós-moderna como a que vivemos. Confesso que a leitura tem quebrado alguns paradigmas que trago comigo, e tem me levado a pensar sobre a missão e os valores que devem nortear a minha vida enquanto representante de Cristo neste mundo.
Gostaria de destacar uma passagem que manifesta a preocupação do autor em relação aos efeitos de uma das principais características da sociedade contemporânea, e que algumas vezes já mencionei aqui no blog:
Vivemos numa sociedade altamente fragmentada e carente de relacionamento. As pessoas mudam-se, trocam de emprego, divorciam-se, fazem horas extras no trabalho todos os dias, viajam pelo país semanalmente, depois gastam o tempo livre assistindo a alguns entre 1.700 canais de TV a cabo e navegando por milhões de sites na Internet, sacrificando seus relacionamentos. Aumentamos nosso capital financeiro, mas isso nos custou o capital das relações sociais. Acrescentem-se a isso outras tendências sociais da metade do século XX, e temos uma geração dolorosamente só.
Deus é um ser relacional, e, nesta condição, deseja relacionar-se pessoalmente com o homem, criado à sua imagem e semelhança. Uma das características que nos foi transmitida pelo Criador foi a capacidade de nos relacionarmos com nossos semelhantes. Por isso, diz-se que o homem é um ser social, que necessita de relacionamentos.
A Igreja, baseada em Cristo, se estabelece a partir das relações entre seus integrantes e àqueles que os cercam (amigos, família, vizinhos, etc). Igreja são pessoas, e não prédios ou tradições. Durante todo Seu ministério, Jesus deixou muito claro que a sua principal preocupação era estabelecer o Reino de Deus no coração dos seus ouvintes, possibilitando, assim, que O aceitassem como único e suficiente Salvador. Ele não veio defender uma religião ou determinado grupo religioso, mas revelar o amor de Deus à humanidade, oferecendo à Sua vida em nosso lugar.
Por isso precisamos valorizar os nossos relacionamentos. É através deles que podemos crescer. Precisamos andar lado a lado, auxiliando-nos mutuamente, e contando com apoio do Espírito Santo, pois afinal de contas, SOZINHOS NUNCA, INDEPENDENTES JAMAIS.
Um abraço
Marcelo
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Mais uma lição que meu filho me ensina
Hoje pela manhã, quando levava meus filhos para a escola, ouvi a seguinte exclamação espontânea do caçula, Tiago, de quatro anos: “Aaaaaaah! Agora entendi. As casas são juntinhas, mas tem uma parede no meio delas.” Estávamos passando em frente a um condomínio de casas geminadas que está sendo contruído perto de nossa casa. O que me surpreendeu foi o fato dele nunca ter perguntado nada a respeito das casas; apenas realizava uma observação silenciosa, todos os dias, quando por ali passávamos. Até que, finalmente, ele compreendeu que se tratava de mais de uma casa, e não uma “casa bem grande.”
Por mais simples e óbvia que seja a observação para nós, adultos, ela nos ensina uma lição bem importante: antes de chegarmos a qualquer conclusão sobre determinado fato, precisamos fazer uma observação atenta sobre as circunstâncias que o cercam. Não podemos deixar que nossos “pré-conceitos” ou a pressa nos conduzam a conclusões precipitadas.
Antes de nos posicionarmos, é importante observar, ouvir, indagar, buscar a informação mais precisa possível, para, então, firmarmos nosso entendimento. E isso ainda não garantirá que nossa compreensão foi a mais acertada; apenas reduz a possibilidade de agirmos precipitadamente.
Normalmente, costumo observar com atenção os fatos e circunstâncias antes de chegar a uma conclusão sobre assuntos de maior importância. Mas meu filho relembou-me que preciso adotar também este comportamento em circunstâncias cotidianas, pois isso me possibilita aprender um pouco mais, a cada dia.
Um abraço
Marcelo
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Como podemos mudar esse país?
Sabe quando você escuta uma música, sem ouvi-la? A música está tocando nos fones mas você não está prestando atenção na letra. Sempre escutei a música Em nome da justiça, do Paulo César Baruk, assim, meio desligado. Hoje pela manhã, ouvindo-a, prestei atenção na letra. E ela é muito boa. Fala sobre postura, comprometimento, religiosidade e cristianismo autêntico.
Coloquei a letra abaixo. Outro dia, postarei o vídeo da música, mas se quiser assistir antes, deve ser fácil de achá-lo no Youtube.
Um abraço
Marcelo
Em nome da justiçaEnquanto a violência acabar com o povão da baixada
E quem sabe tudo disser que não sabe de nada
Enquanto os salários morrerem de velho nas filas
E os homens banirem as leis ao invés de cumpri-las
Enquanto a doença tomar o lugar da saúde
E quem prometeu ser do povo mudar de atitude
Enquanto os bilhetes correrem debaixo da mesa
E a honra dos nobres ceder seu lugar à esperteza.
Não tem jeito não. Não tem jeito não.
Enquanto o domingo ainda for nosso dia sagrado
E em Nome de Deus se deixar os feridos de lado
Enquanto o pecado ainda for tão somente um pecado
Vivido, sentido, embutido, espremido e pensado
Enquanto se canta e se dança de olhos fechados
Tem gente morrendo de fome por todos os lados
O Deus que se canta nem sempre é o Deus que se vive,
Pois Deus se revela, se envolve, resolve e revive
Só com muito amor a gente muda esse país
Só o amor de Deus pra nossa gente ser feliz
Nós os filhos Seus temos que unir as nossas mãos
Em nome da justiça, por obras de justiça
Quem conhece a Deus não pode ouvir e se calar
Tem que ser profeta e sua bandeira levantar
Transformar o mundo é uma questão de compromisso
É muito mais, É muito mais, É muito mais e tudo isso.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Determinação + transpiração + disciplina = superação
Estou lendo o livro O Discurso do Rei, de Mark Logue e Peter Conradi. A obra trata sobre a luta e a superação dos problemas de fala do Rei George VI, da Inglaterra. A história também foi contada no cinema, e levou quatro premiações no Oscar 2011: melhor filme, ator, diretor e roteiro original. Como já disse outras vezes, sempre dou preferência para o livro. Quando o filme estiver em DVD, assistirei.
Deixando de lado os aspectos que cercam a realeza britânica, e as considerações que poderiam ser feitas sobre a monarquia como forma de governo no mundo contemporâneo (renderia outro post), chamou-me à atenção a forma como o então Duque de York superou a gagueira que lhe assombrava quando precisava discursar em público. Com a ajuda de Lionel Longue, um especialista nesta área, e muito esforço pessoal, o duque transformou-se num brilhante orador.
A fórmula determinação + transpiração + disciplina = superação foi aplicada com sucesso neste caso. A vontade de superar o problema (determinação), pois assim sua função exigia, aliada aos exercícios diários a que se submetia (transpiração), conjugados com a habitualidade da prática (disciplina), resultaram na superação do problema que parecia insuperável. Evidentemente, é preciso destacar a participação de Longue no processo, que diagnosticou com precisão a causa da gagueira, e ministrou o tratamento correto para eliminá-lo.
Aparentemente, a aplicação da fórmula parece simples. Entretanto, são poucos os privilegiados que conseguem segui-la com naturalidade. Sempre falta um ou outro elemento. Nestes casos, para alcançarmos os nossos objetivos, precisamos ampliar nossos esforços e nos dedicar com mais empenho para atingirmos o que buscamos. Sem contar, ainda, que, muitas vezes, precisamos lutar contra a indolência que nos acompanha.
Sabemos que sem esforço, nada acontece. Se temos objetivos definidos, precisamos caminhar com perseverança até eles, um passo da cada vez, uma dia de cada vez, mas caminhando sempre. Podemos alcançá-los rapidamente, ou com um pouco mais de tempo. Mas quando chegarmos lá, a sensação de satisfação nos invadirá, e olharemos para trás e veremos o quanto valeu a jornada.
Um abraço
Marcelo
terça-feira, 5 de abril de 2011
O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial! (Texto de Rubem Alves que gostaria de compartilhar com vocês)
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltavam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral ou semelhante bobagem, seja ela qual for.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja tão somente andar ao lado de Deus.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo. O essencial faz a vida valer a pena. Basta o essencial!
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