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Para pensar

Portanto, vão e façam discípulos... (Mateus 28:19)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Os crentes são loucos

Não sei quem é o autor do texto abaixo, nem a sua origem, mas achei legal reproduzi-lo.
Um abraço
Marcelo
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Há pessoas que bebem para se alegrar. Depois de beberem, brigam, vomitam, pegam o carro, matam e morrem. Mas os crentes sâo loucos porque "não se divertem".
Tem gente que trai o cônjuge, perde a noção de fidelidade, destrói a familia, gasta todo o dinheiro pagando pensão para filhos orfãos de pai vivo. Mas os crentes são loucos porque querem ser "certinhos".
Há o pessoal que fuma porque é chique. Fica com os dentes pretos, hálito horrivel, tosse de cachorro e acaba morrendo de câncer no pulmão ou enfisema pulmonar. Mas os crentes são loucos porque não curtem "as coisas boas da vida".
Há também os que fumam baseado, cheiram cocaína e queimam crack. Tornam-se trapos humanos, perdem a personalidade, os neurônios, a dignidade e a própria vida. Mas os crentes são "loucos de careta".
Há o fulano que, no estádio, e até na frente da televisão, xinga a mãe do juiz, manda no técnico, berra pelo time até ficar rouco, mas chama os crentes de loucos porque gritam "aleluia". E tem os sábios que acreditam que gato preto da azar, tem medo de encruzilhada, fogem de olho gordo, acreditam em reencarnação sem nunca terem reencarnado, mas acham que os crentes são loucos porque têm certeza que vão morar no céu.
Oh, glória a Deus. Sou louco mesmo!
1 Corintios 1.18.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Filhos no reinado – Parte I

Filhos no reinado

Como a falta de limites aos filhos podem transformar esses pimpolhos em tiranos 
A cena se repete todos os dias e em todos os lugares onde é possível estabelecer e expandir seu reinado. Bastam apenas alguns berros, algumas estripulias e a guerra está ganha. Os pais pedem, imploram e até ameaçam, mas nada ou ninguém parece detê-los. Sequer sentem-se intimidados. Quando já estão cansados e esgotados, sem forças para resistir, os pais rendem-se à tirania dos desejos dos filhos. “Tudo bem! O que vocês querem? Peçam o que quiserem. Mas só dessa vez, hein!”. A essa altura, a “guerra”, mais uma vez, foi ganha.
A comparação pode parecer um exagero, mas é exatamente assim que acontece. Todos nós já presenciamos aquela corriqueira e conhecida cena que acontece num supermercado, num shopping, numa loja de brinquedos e quem sabe até mesmo na igreja, quando o menino ou a menina deseja algo que os pais não podem ou não querem dar-lhes. A batalha então é deflagrada. A partir desse momento, eles, os filhos, lutam com todas as “armas” que têm e querem: gritam, choram, esperneiam e chegam ao extremo da agressão. Tudo para manter os pais, ou quem estiver com eles, sob o mais absoluto controle. A fim de evitar o constrangimento – ou mesmo porque não sabem o que fazer na hora – os pais ou os responsáveis logo se rendem aos caprichos e manhas dos filhos. A essa altura, o controle e autoridade já viraram lenda, e eles - os filhos  - continuam no poder.
Filhos agressivos, rebeldes, insubmissos, teimosos. Por que isso acontece? Há diversos fatores que podem estar em jogo. Contudo, há um que parece, em muitos casos, justificar esse comportamento hostil, desafiador e agressivo: a falta de limites equilibrados que os pais deixam de impor aos filhos. O que fazer? Como reverter tal situação? O que pensam os profissionais da área sobre o assunto? A presente reportagem não tem a pretensão de esgotar o assunto, até mesmo porque é vasto e polêmico. A intenção é a de trazer à reflexão algo que tem preocupado não só os pais, mas os educadores e especialistas sobre o assunto: a falta de limites na educação das crianças. Numa época em que a delinqüência infanto-juvenil é cada vez maior e os valores são cada vez mais relativos, impor limites é algo necessário e urgente. Antes que os pequenos pimpolhos se transformem em pequenos tiranos, e se perpetuem no poder.
Os filhos ontem e hoje

Não é preciso ser um especialista ou um entendido no assunto para afirmar, com toda a certeza, que a relação entre pais e filhos hoje não é mais a mesma como antigamente, e que ela mudou bastante ao longo dos séculos. E não é só isso que mudou. O consenso é geral e não há como negar: o mundo já não é mais o mesmo. Alvin Toffler, autor dos best-sellers O Choque do Futuro e Terceira Onda, afirmou em uma de suas obras: “Tão profundamente revolucionária é esta nova civilização, que desafia todas as nossas velhas pressuposições”. Toffler parece ter acertado em cheio. Valores e conceitos que até então eram considerados sólidos e intransponíveis, hoje são relativos e sujeitos a visão de mundo e dos fatos de cada um. É nesse contexto que as crianças estão crescendo.  Para que se possa ter uma idéia de como as coisas mudaram e por que muitas vezes são eles – os filhos – e não os pais que dominam a situação, é necessário retroceder no tempo.
Do matriarcado ao filiarcado
Segundo Luiz Carlos Osório, em seu livro A Família Hoje, no princípio as famílias se organizavam de forma matriarcal, pelo fato de pouco se saber sobre o papel do pai na reprodução. Cabia às mães o dever de cuidar dos filhos e prover-lhes um crescimento saudável. Os homens, não sabendo ainda como cuidar da terra, tinham de ir à procura de alimento enquanto elas cuidavam da casa e das crianças. Mais tarde, segundo Luis Carlos, com o advento da agricultura e, conseqüentemente, o surgimento da vida sedentária, surgiu o patriarcado: o homem passou a ser o chefe da família, o patriarca.
Hoje, segundo Haime e Feiga, autores do livro Assuntos de Família, o que se vê é a era do filiarcado. Ou seja, são os filhos quem mandam e ditam as regras. As mulheres foram inseridas no mercado de trabalho e o cuidado dos filhos foi delegado a terceiros: avós, familiares, babás etc. Muitas crianças também passaram a ficar em creches, escolas, pré-escolas, clube etc., e os vínculos de relacionamento entre pais e filhos foram rompidos. Querendo receber atenção e carinho, eles então começam a fazer uma série de exigências. Sentindo-se culpados por não lhes dedicar tempo, os pais se rendem aos seus caprichos, numa espécie de compensação. Nesse contexto, é quase impossível dizer “não”.
Sm 46:10  Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.


Fonte: Pés Formosos


Obs.: Em breve, a Parte II.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Fim do recesso virtual

Depois de algum tempo afastado do blog, retorno às postagens. Entretanto, o ritmo será bem reduzido, tendo em vista a minha concentração total no concurso da Defensoria Pública da União. É hora de dar um gás total, pois o concurso é no início de março. Espero poder postar aqui as informações sobre a minha aprovação no concurso.

Um abraço

Marcelo