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Portanto, vão e façam discípulos... (Mateus 28:19)

domingo, 30 de maio de 2010

A deterioração das relações familiares

A deterioração das relações familiares, por Anissis Moura Ramos*
Nos últimos dias, somos bombardeados pela imprensa com os inúmeros casos de mortes ocasionadas pelo uso do crack e violência explícita. Isto nos leva a crer que é preciso um momento de reflexão para tentar entender o que está acontecendo com a sociedade.
A violência, hoje, é a causa ou consequência mais latente da era pós-humana em que vivemos. A tecnologia vem ocupando o espaço no mundo atual, contribuindo para a formação de um falso self. As pessoas se tornam personagens do mundo virtual para conquistar o outro, sendo um simulacro da realidade.
A competição que se instala desde a mais tenra infância pode ser uma das causas dos desajustes comportamentais de alguns adolescentes. Sendo reforçados pela anuência dos responsáveis, mostrando a sua face aterrorizadora. O limite é sinônimo de permissão e não faz mais parte dos princípios da família.
O papel dos pais foi substituído pelo de amigo, pelo qual tudo é tolerado. As regras não pautam mais as relações familiares. O livre ir e vir dos adolescentes contribui para que os pais não saibam onde e com quem seu filho se relaciona. Um novo modelo de relação entre pais e filhos se estabeleceu. A fórmula consiste em compensar os filhos com bens materiais, isentando-os da responsabilidade de pais.
O uso do álcool na adolescência se tornou normal, sendo que a máxima de alguns pais é que preferem que seus filhos bebam em casa do que na rua. O crack já faz parte da rotina de muitas famílias brasileiras, que perderam o controle sobre os filhos. O ficar na adolescência é visto com naturalidade, não recebendo orientação por parte dos pais ou responsáveis, o que gera, muitas vezes, uma gravidez indesejada. A violência que geralmente se inicia em casa pelos pais e entre irmãos é tratada de forma banalizada.
Frente a tudo isso, as famílias se tornam atônitas quando tomam conhecimento de que o filho é usuário de drogas ou comete atos ilícitos. Perguntando-se, surpresos, como isso foi acontecer. Vemos que o referencial de família, que foi deixado de lado, ainda é a base para a construção e evolução do ser humano.
Esse comportamento omisso nos leva a refletir sobre o verdadeiro caos que estamos vivendo, em que os valores éticos, morais e religiosos foram deixados de lado, sendo vistos como algo do passado. Está na hora de retomarmos esses conceitos que foram esquecidos. Talvez, a partir daí, a mídia não precise anunciar com tanta frequência a morte de jovens que na realidade são vítimas de uma sociedade adoecida.
*Psicóloga
Este texto foi publicado na página 15 da Zero Hora do dia 27 de maio e 2010, e extraído do Blog Dohms. Transcrevi aqui pela importância do tema e pela sábia opinião da autora.
Um abraço
Marcelo


quarta-feira, 19 de maio de 2010

Tudo o que eu precisava saber aprendi no jardim de infância

Li esta citação no Blog do William Douglas e achei interessante. Por isso, reproduzo aqui.

Um abraço

Marcelo

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A maior parte do que eu realmente precisava saber sobre viver e o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim da infância. Na verdade, a sabedoria não está lá no alto morro da faculdade, mas sim bem ali, na caixa de areia da escolinha.
As coisas que aprendi foram estas:

reparta as coisas, jogue limpo, não bata nos outros, ponha as coisas de volta onde as encontrou, limpe a bagunça que você fez, não pegue coisas que não são suas, diga que você sente muito quando machucou alguém, desenhe e pinte e cante e dance e brinque e trabalhe um pouco todos os dias.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Hibernação

Prezados,

Devido às correrias do cotidiano, não tenho conseguido postar aqui no blog. Para não ficar me cobrando todos os dias novas postagens, resolvi dar um tempo no blog. Vou colocá-lo em hibernação, apenas postando quando sentir necessidade.

Mas continuarei interagindo no Twitter e no Facebook. Se quiser me seguir, "bora lá".

Um abraço,

Marcelo