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Portanto, vão e façam discípulos... (Mateus 28:19)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Uma revolução que mudará o mundo

Hoje, enquanto lia o livro A Mente Renovada, de Larry Christenson, uma frase chamou minha atenção. Dizia o seguinte:
Se os membros de uma congregação ou grupo cristão, por menor que seja, estiverem dispostos a morrer para seus privilégios, esse grupo poderá abalar o mundo. Se cada crente que o compõe disser: “Meu tempo não me pertence, meu dinheiro, nem meus privilégios, nem minha família; estou nas mãos de Deus, do mesmo modo como Jesus estava, quando tomou a cruz.” Essa célula cristã convulsionará o mundo.
O mundo tem sido sacudido pelas notícias que chegam do mundo árabe, informando sobre as revoluções que tem acontecido em alguns países, tais como Tunísia e Egito, derrubando seus governos, e mais recentemente na Líbia, onde o Kadafi ainda se sustenta. Ao longo da história da civilização, centenas de revoluções aconteceram, e ainda muitas outras acontecerão.
Quando Cristo iniciou seu ministério, os seus discípulos esperavam que Ele fosse o líder de uma revolução que culminaria na libertação dos judeus do jugo romano. Eles não compreendiam que o “reino” que Jesus veio estabelecer não dizia respeito a conquistas militares ou políticas, mas sim à implantação de um novo padrão espiritual, ético e moral, no qual os homens se submetem espontaneamente ao senhorio de Cristo, orientando às suas vidas conforme Seus ensinos  e procurando cumprir a Sua vontade.
Quando uma pessoa ou um grupo vive uma vida cristã genuína, completamente entregue nas mãos de Deus, permitindo uma atuação plena do Espírito Santo no seu interior, àqueles que estão próximos começam a ser alcançados pela graça que flui de suas vidas, e experimentam uma verdadeira transformação. Inicia-se, então, uma “revolução” para a consolidação do reino de Deus. Essa é a revolução que todos esperam: uma mudança nos padrões espirituais, éticos e morais da sociedade em que vivemos; uma sociedade mais solidária, onde as pessoas se preocupam mais umas com as outras; uma sociedade mais justa; uma sociedade com menos ódio.
Se a igreja de Cristo, ou seja, as pessoas que a compõe, viverem uma vida de renúncia, completamente rendidas a Cristo, e cheias do Espírito Santo, poderemos experimentar um mover que revolucionará o mundo, e que poderá transformar a vida de muitas pessoas.
Um abraço
Marcelo

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Perdão: um gesto de amor

No último texto que postei aqui no blog, fiz referência ao texto de Mc 2:1-6, que narra a história da cura de um paralítico, levado à presença de Cristo por quatro homens que não mediram esforços para ajudá-lo. Além da lição já mencionada no post anterior, outra circunstância ali narrada também merece destaque.
Se observarmos com atenção o registro deixado por Marcos, perceberemos que aquele homem, quando colocado diante de Jesus, ouviu dEle a seguinte frase: “Os teus pecados estão perdoados.” É evidente que Jesus conhecia a sua necessidade física, e o seu desejo de ser curado. Entretanto, aquele homem carecia de algo muito maior, que era o perdão de seus pecados. E o mais significativo é que ele não havia pedido perdão, mas recebeu-o de Cristo.
Eis uma das principais características do perdão: ele deve ser unilateral, ou seja, deve ser concedido independentemente de qualquer solicitação por parte daquele que dele necessita. Talvez aquele homem nem soubesse que precisava ser perdoado, mas o obteve incondicionalmente, por iniciativa daquele que poderia perdoá-lo.
Muitas vezes, enfrentamos situações semelhantes a essa: somos ofendidos, insultados, agredidos, difamados, ignorados, e tantas outras situações que nos colocam na condição de “vítima”. Exigimos que a pessoa que nos feriu venha pedir perdão, retratar-se. Se isso não acontecer, ficamos magoados e deixamos nascer em nossos corações uma raiz de amargura, que na maioria das vezes, é mais prejudicial para nós do que para o ofensor.
Precisamos aprender a perdoar com o Jesus, que num momento de grande dor, perdoou os seus algozes (Lc 23:34), demonstrando um amor incondicional, ilimitado e unilateral. Não podemos esquecer que, neste momento, Ele estava perdoando todos os nossos pecados. Se um dia fomos perdoados pela imensa graça de Cristo, mesmo não merecendo, porque não teríamos a mesma atitude com aqueles que nos ofendem? Paulo, escrevendo aos Efésios, afirma: “Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente,assim como Deus os perdoou em Cristo.” (Ef 4:32 – NVI)
Atitudes como essa podem restaurar relacionamentos e reaproximar pessoas, pois os muros de separação que foram levantados podem cair diante desse gesto de renúncia e amor. Será que estamos dispostos a abrir mão dos nossos “direitos” e perdoarmos sem qualquer condição?
Um abraço
Marcelo

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O valor da verdadeira solidariedade

Poucos dias depois, tendo Jesus entrado novamente em Cafarnaum, o povo ouviu falar que ele estava em casa. Então muita gente se reuniu ali, de forma que não havia lugar nem junto à porta; e lhes pregava a palavra. Vieram alguns homens, trazendo-lhe um paralítico, carregado por quatro deles. Não podendo levá-lo até Jesus, por causa da multidão, removeram parte da cobertura do lugar onde Jesus estava e, pela abertura no teto, baixaram a maca em que estava deitado o paralítico. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados.” (Marcos 2:1-6 – NVI)
Durante todo Seu ministério, foram inúmeras as vezes que Jesus ensinou seus discípulos e as pessoas que O cercavam sobre como manter uma vida cristã genuína e frutífera. Seja através de sermões, seja através de lições práticas, extraídas do cotidiano de suas jornadas, muitos foram alcançados pelas suas mensagens e tiveram as suas vidas transformadas. Encontrar Jesus era sempre uma experiência maravilhosa, pois a Sua presença transmitia paz e conforto a todos àqueles que dEle de aproximavam.
Entretanto, no texto citado no início deste post, a lição não nos é dada por Jesus, mas por quatro homens anônimos, identificados no texto como “alguns homens”. A cena está perfeitamente descrita no texto bíblico, e não necessita de maiores detalhamentos. O que merece a nossa atenção é a atitude que aqueles homens tiveram, não medindo esforços para ajudar um pessoa necessitada. Diante da dificuldade que se apresentava (a impossibilidade de levá-lo até Jesus), eles não hesitaram em procurar um meio que lhes permitisse chegar à presença de Cristo.
E não se tratava de uma tarefa simples, pois os telhados das moradias, naquela época, eram feitos com vigas de madeira, sobre as quais se colocavam varetas, e recobria-se com barro. Remover parte da cobertura não deve ter sido uma tarefa muito fácil. Descer o paralítico até Jesus também exigiu esforço, pois, primeiro, tiveram que subi-lo no telhado, para depois baixá-lo em segurança no meio do aposento. Mas podemos notar que nada disso impediu àqueles homens de cumprir a tarefa que estava em seus corações: ajudar aquele homem, levando-o até Jesus.
Quando observamos a sociedade em que vivemos, notamos, claramente, a falta de algumas virtudes que estavam presentes na vida daqueles homens: amizade, solidariedade e amor. A regra que rege o comportamento de muitos é o individualismo, e o que realmente importa é o “meu bem-estar” a qualquer custo, não importando se alguns ficam machucados pelo caminho. Tal postura contraria a orientação deixada por Paulo: “Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.” (Felipenses 2:4 – NVI).
O exemplo daqueles homens nos ensina o valor da verdadeira solidariedade, que não mede sacrifícios para ajudar o seu próximo. Eles poderiam, diante das circunstâncias que se apresentavam, desistir da empreitada e deixar o paralítico entregue a sua própria sorte. Todavia, eles só descansaram quando colocaram-no na presença de Jesus, pois eles sabiam que somente Ele poderia ajudar aquele homem.
Amizade, solidariedade e amor: virtudes que precisam estar cotidianamente em nossas vidas, e que se desenvolvem a partir de um relacionamento pessoal com Jesus Cristo, que é a fonte onde podemos adquiri-las.
Um abraço
Marcelo  

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Testemunho de Fernanda Brum e Eyshila na Lagoinha

Gostaria de compartilhar com vocês o testemunho da Fernanda Brum e da Eyshila sobre a composição da música "Espírito Santo". É uma bela música com uma bela história.

Um abraço

Marcelo

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Testando o Blogger para Android

Tecnologia é um assunto pelo qual me interesso. Gosto de estar informado sobre as últimas novidades sobre o tema, pois elas, quando utilizadas corretamente, facilitam bastante o dia-a-dia. Não me considero um consumista, que sai comprando tudo que aparece. Adquiro conforme a necessidade.
Neste momento, estou postando este texto no aplicativo do Blogger para Android. Trata-se de uma excelente ferramenta para atualizar o blog com rapidez e agilidade. Comecei a usar o Android quando comprei o meu Motorola Defy, um ótimo smartphone, e estou muito satisfeito.
O sistema operacional desenvolvido pela Google é muito funcional e conta, a cada dia, com mais aplicativos, que fazem com que eu use cada vez menos o computador. A mobilidade do smartphone, aliado a bons aplicativos, possibilita que as tarefas cotidianas, tais como acesso a internet, ao Twitter, Facebook, blog, email, bancos, GPS, etc, sejam realizadas em qualquer local e hora.
É claro que isso oferece um risco, que é o vício de estar conectado 24h, desenvolvendo relacionamentos apenas virtuais. É preciso que cada um conheça o seu limite para não ser escravizado. A tecnologia tem que estar a nosso serviço, e não o contrário.

Um abraço

Marcelo